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Mapa e IBGE preparam o Censo Agropecuário de 2026

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O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro e o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Márcio Pochmann, estiveram reunidos quarta-feira (21.02) para debater iniciativas de aprimoramento das estatísticas para o melhor planejamento da agropecuária brasileira. Censo Agropecuário de 2026,

O objetivo é aperfeiçoar o sistema para a realização do Censo Agropecuário de 2026, que vai levantaro informações sobre a estrutura, a dinâmica e o nível de produção dessa atividade econômica no país. Atualmente, 11 censos agro foram feitos, desde 1920.

Veja:

Censo Agro – Linha do tempo. Fonte: IBGE

O presidente do IBGE destacou que a relação Mapa-IBGE traz inúmeros benefícios para o campo, com pesquisa, tecnologia e inovação. “Levantamos a possibilidade não só do Censo Agro, mas da realização de pesquisas a respeito da percepção dos produtores do agro brasileiro, com o sentido de melhor orientar e monitorar as políticas públicas para quem está lá no interior, no campo”, explicou o presidente do Instituto.

“Também é importante incluirmos a participação dos institutos de estatística de todos os países membros do grupo para que possamos falar sobre as metodologias mais eficientes que estão lá fora, além de levar outros órgãos governamentais para o debate, como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)”, completou o ministro.

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Fonte: Pensar Agro

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Melhoramento genético revoluciona a cafeicultura e torna mais produtiva

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A cafeicultura mineira tem experimentado avanços significativos graças às pesquisas em melhoramento genético conduzidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em colaboração com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e universidades.

Esses estudos resultaram no desenvolvimento de cultivares adaptadas aos diversos sistemas de produção do estado, promovendo aumentos expressivos na produtividade e aprimorando a qualidade sensorial dos cafés. Na década de 1980 a média que era de sete sacas por hectare, agora atinge 25 até 30 sacas por hectare.

Desde a década de 1970, a Epamig coordena o Programa de Melhoramento Genético do Cafeeiro, que já registrou 21 cultivares com características superiores. Essas cultivares são, em sua maioria, resistentes à ferrugem, principal doença que afeta o cafeeiro, e apresentam atributos como alta produtividade, qualidade sensorial da bebida, resistência a nematoides, adequação à mecanização e adaptação a diferentes condições climáticas e de solo.

Um dos pilares desse programa é o Banco Ativo de Germoplasma de Café, localizado no Campo Experimental de Patrocínio. Este banco é fundamental para a conservação e caracterização dos recursos genéticos do cafeeiro, servindo como base para o desenvolvimento de novas cultivares que atendam às demandas do setor produtivo.

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Entre as cultivares desenvolvidas, destaca-se a MGS Paraíso 2, lançada em 2012. Resultado do cruzamento entre Catuaí Amarelo IAC 30 e Híbrido de Timor UFV 445-46, essa variedade apresenta porte baixo, frutos amarelos, resistência à ferrugem, maturação intermediária e excelente adaptação tanto a sistemas de cultivo irrigado quanto de sequeiro. Além disso, facilita a colheita mecanizada e possui elevado potencial para a produção de cafés especiais.

A transferência dessas tecnologias para o campo é facilitada por projetos de avaliação de desempenho em propriedades comerciais. Essas iniciativas permitem que os cafeicultores conheçam as novas cultivares e observem seu desempenho em condições reais de cultivo, promovendo a adoção de tecnologias que resultam em sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

De acordo com o pesquisador em cafeicultura da Epamig, Gladyston Carvalho, as pesquisas buscam gerar conhecimento para o cafeicultor e oferecer, por meio da genética do café, aumento de produtividade e transformação no sistema produtivo. “São 587 municípios cultivando café, somos o estado maior produtor de café do Brasil, detemos média de 50% da área cafeeira e 40% da produção nacional. São muitos produtores que dependem da cultura e da pesquisa agropecuária”, explica.

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Fonte: Pensar Agro

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