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José Bordin de Corbélia é o destaque do mês na avicultura da Copacol

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O expressivo resultado de IEP (Índice de Eficiência Produtiva), 492,24 pontos obtido pelo cooperado de Corbélia, José Luiz Bordin, com os frangos entregues no mês de março, comprova a eficiência do avicultor integrado à Copacol na condução da atividade. No primeiro trimestre deste ano os resultados foram históricos, com média geral de 400 pontos.

Além de Bordin também se destacaram na conversão alimentar das aves o cooperado de Cafelândia, José Frenando Muller, com 492 pontos, e Alceno Ahlmann, de Cascavel, com expressivos 482 pontos. Já a média geral do mês março de todos os avicultores que entregaram frangos à Copacol ficou em 402 pontos.

O bom resultado obtido pelo produtor José Luiz Bordin é fruto do trabalho realizado durante o ciclo do lote pelo seu colaborador Gabriel Gonçalves de Souza e sua esposa Zilena. Eles se dedicaram nos manejos com apoio da assistência técnica e no final do lote todo o trabalho foi compensado com o melhor resultado do mês.

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Segundo Gabriel, para se chegar a um bom lote de aves, os trabalhos começam mesmo antes do alojamento no preparo do galpão, pois com bom alojamento e em seguida os manejos que devem ser realizados em cada fase de vida das aves, sempre prezando por uma boa ambiência, que é fator determinante para quem busca um bom resultado: “Estamos sempre atentos a cada detalhe, sempre cumprindo as orientações da equipe técnica, pois são através delas que procuramos melhorar o nosso manejo cada vez mais”, explica.

Por sua vez, o avicultor José Luiz Bordin enaltece o bom trabalho realizado pelo colaborador Gabriel, a boa assistência técnica do extensionista Iadroaldo Motter, que está sempre presente e à Copacol que através de toda a cadeia produtiva, lhe dá a segurança necessária para produzir.

Um novo lote já está em andamento e, com isso, produtor e colaborador já vivem a expectativa de um resultado ainda melhor.

Da Assessoria

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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