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Índice global de preços dos alimentos cai pelo 6º mês em setembro

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O índice global de preços de alimentos, apurado pela agência das Nações Unidas (FAO), caiu pelo sexto mês consecutivo em setembro. O índice recuou das máximas de todos os tempos registradas no início deste ano, quando foi impulsionada pela guerra na Ucrânia. 

Conforme a Organização para Agricultura e Alimentação (FAO), o índice de preços, que acompanha as commodities alimentares mais negociadas globalmente, teve média de 136,3 pontos no mês passado frente aos 137,9 revisados em agosto. Anteriormente o número de agosto era colocado em 138,0.

No mês de março, o índice registrou um recorde de 159,7 em março. O índice em setembro ficou 5,5% superior ao do mesmo período do ano passado. 

Ainda segundo a FAO, a queda mais recente refletiu a redução mensal de 6,6% nos preços do óleo vegetal, que caíram devido ao aumento da oferta e a baixa nos preços do petróleo. 

Os preços do açúcar, laticínios e carnes caíram menos de um ponto percentual. Já os cereais registraram alta subindo 1,5% no mês de setembro, com os preços do trigo subindo 2,2%. Os valores do arroz também subiram, com alta de 2,2%. 

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Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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