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Importações de soja brasileira pela China recuam 15% em outubro

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As importações de soja brasileiras pela China caíram 15% em outubro ante ao registrado no mesmo período do ano passado. O recuo das compras da oleaginosa do país sul-americano reflete o aumento dos preços e a ausência de lucros dos esmagadores. 

O país asiático, maior comprador de soja do mundo, importou cerca de 2,8 milhões de toneladas de soja do Brasil em outubro em comparação com os 3,3 milhões de toneladas no ano anterior, segundo a Administração Geral das Alfândegas. 

O cenário de importações, foi afetado pela seca extrema que atingiu e reduziu a safra brasileira, gerando um aumento nos preços da oleaginosa no início deste ano, o que acabou corroendo os lucros das esmagadoras de soja da China, que ainda enfrentam uma fraca demanda por parte dos agricultores no primeiro semestre. 

Em termos gerais, as importações de soja caíram cerca de 19% em outubro frente ao ano anterior, passando para 4,14 milhões de toneladas, o menor nível para qualquer mês desde 2014.

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Nos primeiros 10 meses do ano, a China trouxe 49,31 milhões de toneladas de grãos brasileiros, ante 52,75 milhões de toneladas no mesmo período de 2021

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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