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Imea prevê preços do boi gordo mais estável em 2024

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O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) prevê que o ciclo pecuário em Mato Grosso pode ter preços do boi gordo mais estáveis no próximo ano, de acordo com projeções e análises do setor. Em 2023, o estado enfrentou um período de preços baixos, considerado o mais significativo dessa fase do ciclo.

As expectativas para 2024 apontam para uma nova etapa do ciclo pecuário, com preços mais equilibrados e com tendência de alta. Isso acontece porque a quantidade de fêmeas abatidas permanece acima da média histórica. Com muitas matrizes abatidas nos últimos dois anos, é esperada uma menor quantidade de animais para reposição no mercado durante o segundo semestre de 2024. Como resultado, espera-se uma recuperação nos preços nesse período.

No cenário das exportações, há boas perspectivas com a autorização de novas plantas para exportação, especialmente para a China, além da abertura de novos mercados. Essa expansão pode influenciar positivamente a demanda e, consequentemente, os preços.

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Contudo, os pecuaristas precisam estar atentos aos possíveis impactos da redução na produção de grãos em Mato Grosso devido ao El Niño. Isso pode aumentar os preços de commodities como soja e milho. Além disso, as mudanças climáticas podem afetar a qualidade das pastagens, prejudicando sua capacidade de suporte e influenciando o processo de engorda de bovinos a pasto.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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