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Imac apresenta projeto Passaporte Verde na COP27

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Durante a a 27ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), o Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), irá apresentar o projeto Passaporte Verde, que visa assegurar a rastreabilidade socioambiental e a qualidade da carne bovina produzida em Mato Grosso. 

A apresentação da proposta será na próxima quinta-feira (17). A COP27, realizada no Egito, segue até o dia 18 de novembro. 

Segundo o diretor técnico operacional do Imac, Bruno Andrade, a criação do projeto trata-se de uma ação do setor produtivo e público para eliminar o desmatamento ilegal de propriedades pecuárias, valorizar a biodiversidade, melhorar o balanço de emissões de gases do efeito estufa e garantir a inclusão social de pequenos e médios pecuaristas. 

Confome explica Andrade, o objetivo principal do Passaporte Verde é realizar a rastreabilidade dos animais desde o nascimento até o abate, em acordo com produtores, indústrias frigoríficas e o Estado.

A ação reúne diversos projetos desenvolvidos pelo Imac, em Mato Grosso, como o Programa de Reinserção e Monitoramento do Imac e o Observatório da Carne de MT. Além desses ainda  agrega a ação o Mapa do CAR, desenvolvido pelo Instituto Ação Verde. 

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Essa é a primeira edição da COP que o Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) participa com mais efetividade, com apresentação de projetos, ações e trabalhos já desenvolvidos pela cadeia da carne.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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