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Exportações de carne suína até a 3ª semana de novembro atingem 94% do total de faturamento de novembro/21

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As exportações de carne suína fresca e congelada até a terceira semana de novembro (12 dias úteis) correspondem a 94% do faturamento total registrado em todo o mês de novembro de 2021, de acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). 

Até a terceira semana de novembro, a receita obtida chegou a US$ 149.429,515, o que representa 94,32% do montante obtido em novembro de 2021, que foi de US$ 158.412,124. Em relação ao volume, a quantidade exportada (57.926,16 toneladas) corresponde a 82,49% do total registrado em novembro do ano passado, quando foram embarcadas 70.218,337 toneladas.

O faturamento por média diária até este momento já é 49,4% superior, com US$ 12.452,459, ante ao registrado no mês de novembro do ano passado. Em comparação com a semana anterior, observa-se recuo de 9,9%.

Já o preço pago por tonelada é 14,3% superior ao praticado em novembro passado, somando US$ 2.579,655. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, apresenta leve queda de 0,20%. 

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Fonte: AgroPlus

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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