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Copacol recebe selo de excelência em tratamento de sementes

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Ter uma semente de qualidade faz toda a diferença no processo produtivo. Isso a Copacol entende muito bem e por isso investe constantemente em pesquisas para oferecer as sementes com elevada qualidade fisiológica. A escolha adequada de produtos utilizados no tratamento de sementes é fundamental e realizar estudos frequentes sobre a eficácia dos produtos destinados ao tratamento de sementes, que são realizados no CPA (Centro de Pesquisa Agrícola), garantem altos níveis de germinação e estabelecimento da lavoura à campo.

Devido a esse cuidado e dedicação, as sementes ofertadas pela Copacol são reconhecidas pelos produtores e por empresas parceiras. Recentemente a Cooperativa recebeu o selo de excelência em tratamento de semente pela Syngenta, durante evento realizado em Holambra, SP, sede do instituto da companhia, o Seedcare Institute.

Para receber a certificação uma série de requisitos devem ser cumpridos, demonstrando a qualidade do trabalho realizado e a responsabilidade que a Cooperativa possui com o produtor e o meio ambiente, de como a legislação para o trabalho que é desenvolvido no tratamento das sementes é atendida. O selo garante que em toda a semente tenha a quantidade de ingrediente ativo necessários para garantir uma boa germinação.

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Em tratamentos que não seguem as boas práticas pode acontecer uma desuniformidade de sementes com mais e menos ingredientes ativos, resultando em problemas a campo. “Para nós, ter o reconhecimento através desse selo, é motivo de orgulho, pois concentramos nossos esforços no trabalho diário para entregar as melhores soluções técnicas e que tragam rentabilidade para os cooperados. Ser reconhecida pela Syngenta como padrão de qualidade só reforça que o trabalho da Cooperativa está sendo bem feito”, afirma o supervisor de Acesso a Mercados da Copacol, Ronaldo Novais.

Atualmente, a Copacol conta com três armazéns localizados em Cascavel, Cafelândia e Formosa do Oeste. Todos possuem estruturas modernas, amplas e com toda adequação necessária para oferecer um ambiente ideal de armazenagem, com climatização programada de 15ºC e com uma média de 55% de umidade relativa do ar. Com a grande capacidade de estocagem, a Cooperativa proporciona segurança aos cooperados em relação a disponibilidade de produtos e melhores condições para aquisição dos produtos.

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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