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AGRONEGÓCIO

Copacol recebe reconhecimento pela qualidade da assistência técnica

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Para alcançar resultados de produtividades cada vez mais expressivos o produtor precisa estar atento em todos os detalhes do processo, durante todo o ciclo da cultura. O uso de novas tecnologias e produtos de excelência são fundamentais, e a assistência técnica agrega valor em todo o processo, pois leva a informação correta, adequada para a característica de cada área de produção, e as principais práticas agrícolas estudadas pelos pesquisadores do CPA (Centro de Pesquisa Agrícola) da Copacol também faz a diferença nos resultados esperados.

Por isso, a Cooperativa recebeu o reconhecimento pela qualidade dos serviços prestados aos cooperados, durante a Convenção Agrícola realizada em Foz do Iguaçu e que reuniu todo o departamento agrícola. A Bayer, umas das grandes e importantes parceiras da Copacol, prestou a reverência merecida aos profissionais da Cooperativa, da assistência técnica e também dos pesquisadores do CPA.

“Nos sentimos orgulhosos por esse reconhecimento. Sabemos do comprometimento da nossa equipe que busca sempre a excelência nos serviços prestados. Isso fica evidente quando olhamos para os resultados de produtividade que vem aumentando a cada ano. Na última safra, superamos as expectativas de produção e recebemos 12,5 milhões de sacas de soja. Esse é fruto do trabalho de todos: Copacol e cooperado”, destaca o superintendente agrícola, Rubem Marco Salles Santos.

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O evento
Participaram do encontro os colaboradores das unidades de beneficiamento de sementes (UBS), do Centro de Pesquisa Agrícola (CPA), da área de Nutrição Animal, das unidades de recebimento e armazenagem de grãos, insumos e sementes, e parceiros da Cooperativa. O tema em evidência foi Celebrando Conquistas e Cultivando o Futuro, cooperando sempre.

Foram prestadas homenagens aos colaboradores que ajudaram a construir todo o legado cooperativista de 60 anos de história da Copacol, celebrados em 2023. Durante o encontro, o diretor-presidente da Cooperativa, Valter Pitol, falou, de forma emocionada, um pouco sobre os desafios superados ao longo dessa trajetória. “É sempre gratificante olhar para trás e ver o quanto a Copacol evoluiu, quantos desafios superou e quantas oportunidades ela tem para crescer ainda mais. Toda essa história foi construída por pessoas dedicadas, que não mediram esforços para fazer a nossa Cooperativa ser o que é hoje: uma referência no agronegócio brasileiro e também mundial. Esse desenvolvimento é fruto da união do trabalho de todos”, destacou Pitol.

Os participantes também acompanharam a palestra com o professor Carlos Alberto Júlio, especialista em gestão, liderança, inovação e vendas no mundo da transformação.

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Da Assessoria

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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