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Copacol apresenta programa Herdeiros do Campo às famílias de cooperados

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Preocupada com a sucessão familiar, ou seja, com o futuro da propriedade rural, a Copacol, pelo segundo ano consecutivo, oportuniza às famílias dos cooperados o Programa Herdeiros do Campo.

O programa foi apresentado aos novos participantes na tarde desta sexta-feira, 19. O Herdeiros do Campo é uma parceria da Copacol com o Sistema FAEP/SENAR-PR.

Durante a apresentação o instrutor do Senar-PR, Luiz Antonio Tiradentes, destacou as normas, os temas que serão abordados, bem como toda a programação que será encerrada com um plano de ação de cada família.

“O foco é estimular a família a pensar e discutir sobre o planejamento sucessório, uma conversa entre os familiares para que possam ter a resposta para a seguinte pergunta: qual futuro desejamos para a propriedade da nossa família? É a resposta dessa pergunta que vai fomentar todas as outras respostas”, explica. O programa está previsto para começas no próximo dia 29.

Nilton Schimit, cooperado de Nova Aurora, participou da apresentação do programa juntamente com a família: ‘Com a nossa participação, teremos a oportunidade de obter esclarecimentos sobre como agir para que possamos dar continuidade em todo um trabalho que já fizemos e estamos fazendo no momento. Já tá na hora de começar a pensar na sucessão e com a nossa participação no programa, do qual a Copacol nos dá essa oportunidade, acredito que temos muito a aprender e futuramente colocar em prática todo esse aprendizado”, destaca Nilton.

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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