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Compra da tilápia do Vietnã aconteceu

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Em dezembro de 2023, o Brasil importou um lote de 25 toneladas de tilápia congelada do Vietnã. A compra foi realizada por uma empresa privada, mas causou polêmica, pois o governo brasileiro havia negado a existência de qualquer acordo comercial com o Vietnã para importação de tilápia.

A Associação Brasileira de Piscicultura (PeixeBR) questionou o governo sobre a compra, alegando que ela poderia prejudicar a produção nacional de tilápia. A PeixeBR argumentou que a tilápia vietnamita é mais barata que a brasileira, o que poderia levar a uma queda nos preços da tilápia nacional e, consequentemente, à diminuição da produção.

O governo brasileiro afirmou que a compra foi realizada por uma empresa privada e que não representava uma mudança na política de importação de tilápia. O governo também disse que a compra foi realizada de acordo com as normas sanitárias vigentes.

Ainda não é possível dizer quais serão os impactos da compra de tilápia do Vietnã para a piscicultura brasileira. No entanto, é certo que a compra causou preocupação entre os produtores nacionais.

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AGRONEGÓCIO

Produção interna de fertilizantes aumentou 21,8% em janeiro

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Segundo dados divulgados pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), o estado que mais recebeu fertilizantes foi Mato Grosso, com 1 milhão de toneladas, representando 27,8% do total nacional. Outros estados com grande demanda foram Paraná (532 mil toneladas), Goiás (441 mil toneladas), Minas Gerais (364 mil toneladas) e São Paulo (321 mil toneladas).

Apesar da estabilidade no consumo, a produção nacional de fertilizantes intermediários apresentou um crescimento expressivo. Foram fabricadas 647 mil toneladas em janeiro, um aumento de 21,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a produção foi de 531 mil toneladas. Esse avanço na produção interna pode indicar um movimento de redução da dependência externa, ainda que as importações continuem tendo um papel fundamental no abastecimento do setor.

As importações de fertilizantes intermediários também cresceram no início do ano. Em janeiro de 2025, o Brasil importou 3 milhões de toneladas, uma alta de 2,5% na comparação com janeiro de 2024, quando as compras externas totalizaram 2,93 milhões de toneladas. O aumento das importações reforça a importância do comércio internacional para garantir o suprimento de insumos essenciais para o agronegócio brasileiro.

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O desempenho do mercado de fertilizantes no início de 2025 reflete um cenário de demanda constante e produção interna crescente, mas ainda com forte dependência das importações. A evolução dos preços internacionais, a taxa de câmbio e a logística de distribuição serão fatores determinantes para o comportamento do setor ao longo do ano. Para os produtores rurais, acompanhar essas movimentações é essencial para planejar melhor suas compras e garantir a rentabilidade das lavouras.

Fonte: Pensar Agro

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