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Com prorrogação do acordo de exportação de grãos ucranianos, trigo tem mínima mais de 2 meses

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Após as Nações Unidas anunciarem o acordo para manter o corredor de grãos para exportações da Ucrânia, o trigo negociado na bolsa de Chicago caiu para uma mínima de 2 meses e meio, nesta quinta-feira (17). 

O contrato mais ativo do trigo caiu cerca de 3% mais cedo, registrando o nível mais baixo desde 1º de setembro.

A notícia da prorrogação do acordo de exportação no Mar Negro ainda pressiounou o milho para baixo, um avez que os fluxos de grãos ucranianos provavelmente continuarão a chegar aos mercados mundiais no curto prazo.

Segundo um trader europeu, a renovação do acordo por mais 120 dias, a partir de seu vencimento no dia 19 de novembro, colocará alguma pressão sobre o trigo, embora a maior parte do mercado esteja apostando em uma extensão. Ele ainda destaca que os preços do milho podem ser pressionados, já que a renovação do acordo permitirá que vários milhões de toneladas a mais de milho cheguem ao mercado. 

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Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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