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Chuvas devastam agronegócio gaúcho: prejuízos já se aproximam dos R$ 3 Bilhões

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As chuvas intensas que assolam o Rio Grande do Sul há mais de um mês continuam a causar estragos significativos em diversos setores da economia do estado. De acordo com o boletim divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) nesta sexta-feira (24.05), as perdas financeiras na agricultura já somam R$ 2,7 bilhões, um aumento em relação aos R$ 2,2 bilhões contabilizados no último sábado (18.05). Além disso, os danos econômicos gerais no estado subiram de R$ 4,6 bilhões para R$ 10,6 bilhões, conforme a CNM.

Os cálculos apresentados pela Confederação são parciais e podem variar diariamente. Até o momento, apenas 94 municípios inseriram os valores de prejuízos públicos e privados no sistema da entidade, o que sugere que os números podem ser ainda maiores à medida que mais dados sejam contabilizados.

O setor pecuário também foi duramente atingido, com perdas que passaram de R$ 220,5 milhões no relatório anterior para R$ 245,4 milhões no boletim mais recente.

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A CNM destaca que os danos causados pelas chuvas estão impactando severamente a economia gaúcha, exigindo atenção e medidas urgentes para mitigação e recuperação. O cenário de calamidade reforça a necessidade de apoio estadual e federal para os municípios mais afetados, garantindo que recursos e assistência cheguem rapidamente às regiões devastadas.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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