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Cafeicultores promovem inovação digital para aumentar lucros nas fazendas

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Na busca por impulsionar a produtividade e os lucros nas fazendas de café, cafeicultores participaram da 1ª edição do Movimento Coffee Brazil, que reuniu influenciadores da cafeicultura e produtores. “A ideia é ensinar os cafeicultores a lucrar com a internet”, segundo os organizadores.

O evento foi realizado na Fazenda Santa Rita, em Ribeirão Corrente, região de Franca (SP), nesta quinta-feira (22/2). Com mais de 1,2 milhão de seguidores, os influenciadores presentes no evento são referências no universo da cafeicultura.

O encontro teve início com um Dia de Campo, destacando demonstrações de empresas especializadas na produção cafeeira. O influenciador e cafeicultor Gustavo Rennó conduziu uma palestra informativa, abordando estratégias para otimizar a produção por meio da integração com a tecnologia.

À tarde, os influenciadores foram convidados compartilharam insights sobre como os produtores podem alavancar seus negócios através do ambiente digital.

O Movimento Coffee Brazil destacou a importância da integração entre a tradicional prática cafeeira e as oportunidades oferecidas pela era digital. Com enfoque nas inovações, o evento buscou proporcionar aos produtores ferramentas e estratégias para enfrentar os desafios contemporâneos, almejando uma cafeicultura mais eficiente, sustentável e lucrativa.

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Participaram Rafael Stefani, também cafeicultor; Léo Carvalho do perfil Café Além da Xícara, com foco no Cerrado Mineiro; Priscila Loire, engenheira agrônoma e consultora da mesma região, e Guy Carvalho, do Papo de Cafeicultor, representando o Sul de Minas, entre outros.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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