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Brasil e Paraguai assinam acordo para ações conjuntas na área de saúde animal

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) do Brasil e o Ministério da Agricultura e Pecuária do Paraguai firmaram um memorando de, nesta terça-feira (22), sobre cooperação em saúde animal. 

O documento assinado pelo ministro Marcos Montes e o ministro paraguaio Santiago Bertino, tem como objetivo fazer que ambos os países cooperem no intercâmbio de informações sobre saúde animal, na ação conjunta de vigilância epidemiológica nos municípios localizados na linha de fronteira e na ação conjunta de vigilância sanitária nos pontos de ingresso na linha de fronteira.

“O Memorando será um relevante instrumento de cooperação na área de saúde animal, pois Brasil e Paraguai possuem desafios semelhantes, em especial, nas regiões fronteiriças”, disse o ministro brasileiro.

Além disso, os ministros também conversaram sobre os trâmites necessários para possibilitar o cultivo de tilápia no Reservado da Usina Hidrelétrica de Itaipu, que fica na fronteira entre os dois países. O potencial produtivo é estimado em 400 mil toneladas anuais de tilápia, com faturamento anual de R$ 2 bilhões e geração de 10 mil postos de trabalho diretos e 40 mil postos indiretos.

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Para viabilizar a produção, é preciso uma alteração na lei por parte do Paraguai e remodelação do Acordo para Conservação da Fauna Aquática nos Cursos dos Rios Limítrofes celebrado entre os respectivos governos em 1999 para autorizar o cultivo de espécies exóticas no reservatório. 

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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