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Bovinocultores de leite participam de workshop sobre bezerras

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Constantemente os produtores integrados a Copacol participam de treinamentos e capacitações. Os bovinocultores de leite assistiram a um workshop sobre bezerras. Durante todo o dia especialistas de diferentes instituições falaram com os cooperados sobre cuidados neonatais, práticas de manejo, qualidade do colostro, entre outros assuntos.

De acordo com o supervisor da UPBN (Unidade de Produção de Bezerras e Novilhas) da Copacol, Amauri Bernardi, as novidades apresentadas aos produtores auxiliam na troca de experiências, além de ajudá-los no manejo dos animais para aumentar o potencial produtivo. “Buscamos sempre maximizar a produção de leite. Quanto mais leite o animal der, melhor. Por isso, os cuidados para a criação devem ser os melhores. Dessa forma, trouxemos esses especialistas para apresentarem as novidades da área, tirar dúvidas dos produtores e auxiliar com as informações para melhorar os nossos índices zootécnicos e ter uma melhor lucratividade”.

O especialista em gado jovem da Nutron Cargil, Hilton Diniz, conversou com os produtores sobre as principais práticas de manejo, conforto e bem-estar na criação de bezerras. “Foi uma oportunidade para falarmos especialmente sobre o uso de sucedâneos na dieta líquida de bezerras e apontando como escolher um bom produto para otimizar a saúde e desempenho dos animais. Também tratamos sobre como fazer a melhor diluição, qual sistema de aleitamento utilizar com as bezerras e a diluição do produto em si: quais ferramentas usar e como fornecer uma dieta mais homogenia e segura para os animais”.

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Quem também conversou com os produtores foi a professora da USP (Universidade de São Paulo), Viviani Gomes. “O objetivo foi gerar oportunidades de melhorias dentro do sistema de produção das bezerras. Por isso abordamos questões relacionadas a saúde da vaca, como isso interfere no desenvolvimento e precocidade reprodutiva da prole e o manejo sanitário das bezerras nos primeiros dias”.

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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