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Anote na agenda as principais feiras agropecuárias de maio

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O mês de maio promete ser movimentado para o agronegócio brasileiro, com uma série de eventos em diversas regiões do país.

Entre eles, destaca-se o Universo Pecuária, principal feira de sustentabilidade e agro no Rio Grande do Sul, que visa discutir soluções para a produção sustentável e fomentar práticas inovadoras para o setor. Além disso estão programadas para o Rio Grande do Sul, neste mês a Fenovinos, em Santa Margarida do Sul e a Fenasul Expoleite, de Esteio, mas com as chuvas dos últimos dias e a decretação do Estado de Calamidade, essas feiras pode ser adiadas ou até canceladas.

Universo Pecuária
Quando: 7 a 11 de maio
Onde: Parque de Exposições Sindicato Rural de Lavras do Sul (RS)
Descrição: A principal feira de sustentabilidade e agro no Rio Grande do Sul, o Universo Pecuária promove práticas de manejo responsáveis e inovadoras para a produção sustentável.

Fenovinos
Quando: 9 a 12 de maio
Onde: Parque Municipal de Eventos Olympio Bicca Estrazulas, Santa Margarida do Sul (RS)
Descrição: Promovido pela Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), o evento destaca julgamentos de qualidade genética de ovelhas.

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Feibanana
Quando: 14 a 17 de maio
Onde: Centro de Eventos de Pariquera-Açu (SP)
Descrição: Maior feira da bananicultura do Brasil, a Feibanana reúne expositores da cadeia produtiva da banana, discutindo boas práticas agrícolas e novas tecnologias.

Fenasul Expoleite
Quando: 15 a 19 de maio
Onde: Parque de Exposições Assis Brasil, Esteio (RS)
Descrição: Evento dedicado ao setor leiteiro gaúcho, busca soluções para a crise gerada pela importação de leite.

Seminário Internacional do Café – Santos
Quando: 21 a 23 de maio
Onde: Blue Med Convention Center, Santos (SP)
Descrição: Reúne especialistas e representantes da indústria de café para discutir tendências e desafios do setor cafeeiro.

Showtec
Quando: 21 a 23 de maio
Onde: Fundação MS, Maracaju (MS)
Descrição: Maior feira de agronegócio do Mato Grosso do Sul, com destaque para negociações e inovações tecnológicas.

AgroBrasília
Quando: 21 a 25 de maio
Onde: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, Brasília (DF)
Descrição: Feira concentrada em tecnologia para produtores da região do Planalto Central, com destaque para a Competição de Cultivares de Soja.

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Aquishow
Quando: 21 a 23 de maio
Onde: Instituto de Pesca, São José do Rio Preto (SP)
Descrição: Principal evento de aquicultura do país, apresenta tendências e inovações para o setor.

AgroEvolution
Quando: 22 de maio
Onde: Centro de Convenções Rebouças, São Paulo (SP)
Descrição: Foco em agrocrédito, com palestras sobre oportunidades e desafios do agronegócio.

Show Agro Coopernorte
Quando: 29 de maio a 1º de junho
Onde: Cooperativa Agroindustrial Paragominense, Paragominas (PA)
Descrição: Maior feira de agronegócios do Pará, com destaque para a sustentabilidade no campo.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

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Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

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Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

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