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Anec reduz previsão de exportação de milho do Brasil em novembro

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A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) reduziu a projeção de exportação de milho do Brasil de 6,64 milhões de toneladas na estimativa passada para 6,4 milhões de toneladas, nesta terça-feira (22). 

Caso confirmada a previsão, o Brasil deverá embarcar um volume acima do registrado em outubro, de 6,24 milhões de toneladas, marcando o quarto mês seguido com embarques acima de 6 milhões de toneladas. Dessa forma, o volume de milho ficará acima dos 2,7 milhões de toneladas de novembro de 2021.

A Anec ainda rebaixou levemente as projeções para os embarques de soja do Brasil, reduzindo para 2,27 milhões de toneladas. Na estimativa anterior eram previstas  2,34 milhões de toneladas. As exportações de farelo de soja passaram de 1,59 milhão na para 1,55 milhão. 

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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