NOVA AURORA

AGRONEGÓCIO

Agrishow terá novo horário de entrada para visitantes a partir de 2023

Publicado em

 

A 28ª edição da principal feira de tecnologia agrícola da América Latina altera horário de entrada de visitantes visando à melhoria da mobilidade para os participantes

A 28ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação  (Agrishow) acontece em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, entre os dias 1º e 05 de maio, com novo horário de entrada para os visitantes: será às 09 horas e o horário de saída permanece às 18 horas. A mudança promovida pelos organizadores tem o objetivo de melhorar a mobilidade de expositores e visitantes, diminuindo os impactos do tráfego intenso de veículos na região.

A nova proposta de horário de entrada foi baseada em dados estatísticos e análises, que mostraram os períodos de maior movimentação de carros na rodovia, nas vias de acessos e nas ruas locais. Desse modo, o início da feira às 09 horas não só trará benefícios para os participantes do evento, como também para as pessoas que trafegam na região.

Leia Também:  Destinos turísticos paranaenses se preparam para receber visitantes neste fim de ano

Em sua 28ª edição, a feira, que conecta pessoas e tecnologias, terá muitas atrações para enriquecer a experiência dos produtores rurais e profissionais do agro presentes ao evento. Entre os sucessos de 2022 confirmados estão: o Agrishow Pra Elas, espaço dedicado às mulheres do agro com atividades de conteúdo e relacionamento, o Agrishow Labs, com a participação de startups que incrementam produtividade e qualidade às lavouras brasileiras, e a Arena de Drones.

A sustentabilidade estará em foco durante a Agrishow 2023, por meio de iniciativas sustentáveis nas áreas de resíduos e de energia, como a coleta e descarte adequados de diferentes tipos de resíduos, a reciclagem de materiais, o uso de fontes renováveis e a economia de energia.

A Agrishow neste ano contará com a participação de mais de 800 marcas do Brasil e do exterior, o que significa uma oportunidade de conhecer as principais novidades tecnológicas e importantes lançamentos que farão a diferença para a produção de grãos, carboidratos, fibras e proteínas em todo o país, de realizar negócios e de estreitar relacionamentos.

Entre os segmentos presentes no evento estarão: máquinas, equipamentos e implementos agrícolas, agricultura de precisão, irrigação, armazenagem, pecuária, sementes, corretivos, fertilizantes, defensivos agrícolas, insumos diversos, sacarias, embalagens, tecnologia em software e hardware, agricultura familiar, financiamento, seguro, peças, autopeças, ferramentas, pneus, válvulas, bombas, motores, linha amarela e veículos comerciais. A feira terá ainda a participação dos principais bancos direcionados ao agro.

Leia Também:  Exportações de açúcar crescem 13,2% em setembro, apesar de adversidades

A Agrishow 2023 é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB – Sociedade Rural Brasileira, e é organizado pela Informa Markets, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto

 

Fonte: Ascom Agrishow

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

Published

on

By

Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

Leia Também:  Brasil deve aumentar a produção de açúcar na safra 25/26

Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

Leia Também:  Trevo Gauchão terá desvio e tráfego liberado no viaduto a partir desta terça-feira

Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA