NOVA AURORA

AGRONEGÓCIO

Adoção de boas práticas de produção na suinocultura

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O encontro anual da suinocultura, realizado no segundo dia do Copacol Agro 2023, atualizou os produtores para as boas práticas de produção, manejos esses que devem ser praticados pelos cooperados com foco no consumidor final.

A convidada da Copacol, Juliana Cristina Ribas, gerente de boas práticas e bem-estar animal da empresa ccccccccccccapresentou detalhadamente o passo a passo de como os produtores devem atuar dentro e fora da granja para que que os resultados possam ser alcançados, visando o bem-estar do animal, que consequentemente reverte na qualidade do produto final.

“Na Copacol já existe essa preocupação, inclusive ações são neste sentido são desenvolvidas no dia a dia pelas equipes da Cooperativa e no campo pelos produtores, mas a nossa proposta e atualizá-los pensando na manutenção das atuais, e na adoção de novas práticas que possibilitam uma boa condição do animal dentro da granja e fora do ambiente de criação, principalmente durante o transporte dos suínos, pois um animal em boa condição e sem estresse, reverte em bons resultados ao produtor, Cooperativa e acima de tudo atende as exigências do consumidor”, Explica Juliana.

Suinocultor de Nova Aurora, Rosinei Alves, está sempre atento ao bem estar dos suínos: “A Copacol por meio deste encontro mostra a sua preocupação com o seu produtor integrado e nós enquanto terminadores temos a responsabilidade de entregar um suíno de boa qualidade, mas para isso temos que fazer a nossa parte: Dar uma boa condição ao animal através das boas práticas durante o processo de produção”, conta.

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Segundo ele, as boas práticas vão além de oferecer um bom conforto aos suínos, facilitam nos manejos da granja e melhora os resultados.

“A nossa proposta com esse tema é de atualizar o nosso produtor sobre as boas práticas de produção, pois elas englobam todas as fases do processo produtivo, preservando e melhorando o ambiente de criação, mas além as questões de sanidade, vacinação, carregamento, enfim uma série de fatores, para que o animal possa ter todo o conforto necessário para expressar seu potencial produtivo”, explica Leonardo Dornelles, gerente da integração suínos e leite da Copacol.

Segundo ele, todo esse cuidado vai fortalecer ainda mais as relações comerciais com um produto de maior qualidade e consequentemente mais resultados econômicos para cooperados e a Cooperativa.

“Nosso produtor está sempre atento às mudanças, por isso acreditamos que com as informações repassadas pela Juliana, as boas práticas no sistema de produção serão adotas no dia a dia na propriedade. Agradecemos a presença de cada um no nosso encontro anual e que os nossos resultados possam ser ainda maiores.

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COPACOL AGRO

O evento segue nesta quinta-feira 11, com uma vasta programação:
A partir das 7 horas, além do café da manhã, serão realizadas as inscrições, às 8h30 abertura e às 9 horas palestra com o renomado Marcos Fava Neves, que vai abordar o tema, tendências de mercado nacional e internacional para cooperativas. O almoço será servido a partir das 11h30. Às 14 horas os bovinocultores de leite integrados à Copacol, terão a oportunidade de se atualizarem sobre a atividade. O gerente técnico de ruminantes da empresa Hipra, Rafael Ortega, vai abordar o tema: Preservação de mastites e os quatro pilares da qualidade do leite.

Simultaneamente na tenda 2, haverá palestra da avicultura, da qual o diretor de produtos da Cobb Vantress, Rodrigo Terra, irá abordar o tema: Evolução da atividade de frango de corte. Às 16h30 será encerrado o Copacol Agro 2023.

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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