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2023 inicia em meio a incertezas quanto à safra 2022/23 de soja

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Diante dos baixos estoques, produtores estão resistentes em comercializar a safra 2022/23 de forma antecipada – agentes consultados pelo Cepea sinalizam que apenas aproximadamente 20% da temporada foi negociada.

 

Pesquisadores do Cepea indicam que o bom desenvolvimento das lavouras da América do Sul é fundamental para que se confirmem as atuais estimativas apontando crescimento da oferta mundial de soja da 2022/23. No Brasil, a temporada 2022/23 se inicia em meio a incertezas.

Diante dos baixos estoques, produtores estão resistentes em comercializar a safra 2022/23 de forma antecipada – agentes consultados pelo Cepea sinalizam que apenas aproximadamente 20% da temporada foi negociada, o que pode deixar a disponibilidade no spot nacional maior, à medida que a colheita avançar.

No campo, o clima desfavorável na Argentina e no Paraguai gera otimismo para os agentes nacionais, que esperam maior demanda global por derivados de soja do Brasil. Por enquanto, a safra brasileira é estimada pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) em volume recorde, de 153,47 milhões de toneladas.

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Fonte: Ascom Cepea

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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