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Selic em 14,25% ao ano exige maior planejamento financeiro

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O aumento da taxa Selic pressiona os custos de financiamento para micro e pequenas empresas, tornando essencial um planejamento financeiro eficiente. Com juros mais altos, empreendedores precisam revisar suas estratégias para evitar endividamento e garantir a sustentabilidade dos negócios.

Para auxiliar nesse cenário, o Sebrae oferece cursos e consultorias voltadas à gestão financeira e ao acesso ao crédito. A maioria das capacitações está disponível gratuitamente na plataforma digital da instituição, permitindo que empresários aprendam sobre planejamento financeiro, fluxo de caixa e melhores opções de financiamento. Além dos cursos, o Sebrae atua no Programa Acredita, facilitando o acesso ao crédito por meio do Fundo de Aval para Micro e Pequena Empresa (Fampe), que prevê R$ 30 bilhões em operações nos próximos três anos.

Essas formações incluem orientações sobre como revisar o planejamento financeiro, avaliar linhas de financiamento disponíveis e adotar estratégias para reduzir os impactos das taxas de juros elevadas.

O Sebrae disponibiliza cursos online e presenciais em diversas áreas da gestão financeira e acesso ao crédito. As capacitações podem ser acessadas gratuitamente por meio da plataforma digital da instituição, que permite que os empreendedores estudem de forma flexível e no seu próprio ritmo. Algumas formações mais específicas podem ter custos, mas a maioria das iniciativas voltadas para micro e pequenos negócios é gratuita.

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Entre os conteúdos oferecidos, destacam-se:

  • Educação financeira para pequenos negócios: aborda conceitos essenciais para organizar as finanças da empresa e melhorar a gestão do fluxo de caixa.

  • Acesso ao crédito: ensina como identificar as melhores opções de financiamento e como utilizar os recursos de forma estratégica.

  • Planejamento financeiro: orienta empreendedores na construção de um plano financeiro eficiente para enfrentar oscilações econômicas.

Além dos cursos, o Sebrae também oferece consultorias individuais e ferramentas para ajudar os empresários na tomada de decisão financeira.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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