5 de Abril de 2025
    NOVA AURORA

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    “Essa mesa executiva representa um novo momento na política paranaense”, afirma deputada Maria Victoria (PP)

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    Reconduzida ao cargo de segunda secretária da Assembleia Legislativa, a deputada estadual Maria Victoria (PP) afirmou que a posse da nova mesa executiva, presidida pelo deputado estadual Alexandre Curi (PSD) representa um novo momento na política paranaense.

    Ao lado do presidente Alexandre Curi, do primeiro-secretário Gugu Bueno (PSD) e da vice-presidente Flávia Francischini (União), Maria Victoria destacou que “a Mesa Executiva representa um novo momento na política paranaense. Representa inovação, modernidade, transparência e prioridade aos municípios”.

    Maria Victoria agradeceu o apoio dos deputados e deputadas e adiantou que a direção da Assembleia trabalhará para ampliar as parcerias e investimentos com o Governo do Estado.

    “Na última legislatura, as economias dos deputados e deputadas foram destinadas ao Executivo para programas como o Asfalto Novo, Vida Nova, a construção de 300 creches, os recursos para a secretaria da Mulher. Pretendemos beneficiar firmar parcerias que venham beneficiar, principalmente, crianças e mulheres”, frisou.

    Trajetória

    A deputada Maria Victoria (PP) está no terceiro mandato como deputada estadual. Em 2023, foi eleita para compor a Mesa Executiva na função de segunda-secretária.

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    Além disso, é a coordenadora da Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e da Frente Parlamentar da Primeira Infância, além de participar das Frentes Parlamentares dos Geradores de Energia Renováveis, de Acompanhamento da Renegociação do Tratado de Itaipu e da Interestadual em Defesa dos Direitos das Pessoa com da Epilepsia da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale).

    Nos três mandatos foram mais de 100 leis aprovadas e sancionadas. Entre elas está a lei que criou a Semana Estadual Maria da Penha nas Escolas, a que instituiu o Fevereiro Lilás e a Política de Tratamento de Doenças Raras no Paraná, a que promove a Política Estadual do Hidrogênio Renovável, a que estabelece a Política Estadual para Diagnóstico Precoce e o Tratamento da Dermatite Atópica. Além disso, é autora da Lei de Incentivo à Economia Circular e da Campanha de Ativismo pelo Fim da Violência Contra Mulheres.

    A parlamentar é pós-graduada em Gestão Pública e cursou MBA em Relações Governamentais na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Estudou sobre primeira infância na Universidade de Harvard (EUA). Ela é filha da ex-governadora do Paraná Cida Borghetti e do deputado federal e ex-ministro da Saúde Ricardo Barros.

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    Fonte: ALPR PR

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    Propostas em tramitação na Assembleia visam melhorar o ambiente escolar para estudantes com autismo

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    Duas propostas que tramitam na Assembleia Legislativa do Paraná buscam visa promover um ambiente acolhedor e inclusivo para alunos com autismo. As proposições apresentadas na Casa pela deputada Flávia Francischini (União) e pelo deputado Jairo Tamura (PL) têm como objetivo substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas paranaenses.

    Apresentado pela deputada Flávia, o projeto de lei 87/2023 prevê que as medidas atinjam, além das escolas públicas, também os estabelecimentos particulares. “É uma medida que visa resguardar o bem-estar de crianças com autismo no ambiente escolar evitando incômodos sensoriais e reduzindo o risco de pânico. O sinal sonoro produz um alto ruído, muito similar ao som de uma sirene, o que pode gerar grande perturbação aos alunos que possuem hipersensibilidade auditiva. Essa condição é comum nos portadores de autismo, motivo pelo qual não é raro vermos crianças tapando os ouvidos quando expostas a barulhos intensos”, comentou a deputada.

    Ela explica que o sinal musical também cumpre a função de alarme para indicar as horas de entrada, saída e os intervalos das aulas, mas, que em vez de usarem a sirene, eles podem usar músicas instrumentais, canções infantis e demais ritmos, a depender da escolha das equipes gestoras e da comunidade escolar. O texto também estipula multa no valor de 200 (duzentas) a 500 (quinhentas) Unidades Padrão Fiscal do Estado de Paraná – UPF/PR, a ser graduada de acordo com a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a conduta e o resultado produzido.

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    Já o projeto de lei 176/2025, apresentado pelo deputado Jairo Tamura, prevê substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para as escolas da rede pública estadual. “A medida pode melhorar o desempenho escolar e o bem-estar dos alunos, permitindo que se concentrem nas atividades pedagógicas e interajam socialmente de forma mais eficaz”, afirmou o deputado.

    Números

    O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, indica que cerca de 1 em cada 44 crianças com até 8 anos é diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Abrangendo cerca de 1% a 2% da população mundial. No Brasil, há aproximadamente dois milhões de pessoas com autismo.

    Dados do Censo da Educação Básica indicam que houve um crescimento no número de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados em salas de aula regulares no Brasil. No Paraná, segundo estes dados, esse aumento foi de 53,3% nas matrículas, o que elevou o total de alunos com autismo de 18.895 para 28.927. Além disso, alunos com autismo frequentemente apresentam hipersensibilidade sensorial, o que significa que são mais sensíveis a estímulos como sons, luzes e texturas. “Sons altos e repentinos, como os sinais sonoros tradicionais, podem causar desconforto, estresse e ansiedade, prejudicando o desempenho escolar e bem-estar destes alunos”, comentou o deputado Tamura.

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    De acordo com a justificativa da proposta, a maioria das pessoas é capaz de suportar barulhos de até 120 decibéis. Já o limite de quem é hipersensível aos ruídos é de 90 decibéis. Através do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III), o percentual foi de 53% e de 90% com alteração de sensibilidade para a modalidade auditiva, utilizando o Structured Interview for Assessing Perceptual Anomalies – ChildVersion (SIAPA-CV).

    Os sinais sonoros das instituições de ensino públicas e privadas, também conhecidos como sirene ou cigarra eletrônica, podem gerar incômodos sensoriais às pessoas com TEA, devido a sua alta potência e intensidade, que podem ultrapassar facilmente os 110 decibéis. “A substituição de sinais sonoros por sinais musicais adequados e a disponibilização de tampões auriculares podem reduzir o desconforto e o estresse de alunos com TEA, criando um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo”, explicou Tamura. De acordo com o projeto, os tampões deverão ser disponibilizados pela Secretária Estadual de Educação.

    Fonte: ALPR PR

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