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Paraná ganha voo direto entre Pato Branco e Campinas

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O Paraná ganhou mais um voo direto para o Estado de São Paulo. A Azul realizou nesta segunda-feira (16) o voo inaugural entre Campinas, maior cidade do interior paulista, e Pato Branco, no Sudoeste paranaense. Com cinco operações semanais, a nova rota representa um marco importante para o desenvolvimento do Sudoeste, ampliando as oportunidades de negócios e lazer para os passageiros.

A operação entre as duas cidades será de segunda a sexta-feira. De Campinas, o voo parte às 13h20, com desembarque em Pato Branco às 15h05. No sentido inverso, o avião decola da cidade paranaense às 15h35, e chega ao Aeroporto de Viracopos às 17h20. A rota é operada pelo modelo ATR 72-600, com capacidade para 70 passageiros.

O secretário de Estado do Turismo, Márcio Nunes, afirma que o novo voo entre Pato Branco e Campinas confirma que o Paraná vem se consolidando não apenas como destino não só de lazer, mas também de negócios. “O turismo do Paraná está crescendo muito acima da média nacional e é fundamental ampliar cada vez mais nossa malha aeroviária para poder receber mais – e melhor – os visitantes”, afirma o secretário. “Conquistamos nesse ano novos voos internacionais diretos no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, e agora essa nova linha conectando Pato Branco a Campinas é um grande impulso para trazer mais turistas e negócios ao Sudoeste do estado, gerando emprego e renda”, conclui Nunes.

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Para o gerente geral de Malha, Planejamento Estratégico e Alianças da Azul, Vitor Silva, o voo vai fortalecer o desenvolvimento da Região Sudoeste. “Estamos muito entusiasmados em concretizar essa nova conexão entre Campinas e Pato Branco. Esse voo não só facilita a mobilidade entre as regiões, mas também fortalece o desenvolvimento econômico do Sudoeste paranaense, que se destaca como um importante polo de tecnologia e educação,” ressalta Silva.

OUTROS VOOS – Além da recém-inaugurada rota Campinas-Pato Branco, a cidade no Sudoeste do Paraná conta com quatro voos semanais da Azul para Curitiba. As decolagens ocorrem aos domingos, terças, quintas e sábados, em aeronaves ATR 72-600, partindo do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, às 11h50, com pouso em Pato Branco às 13h05. No sentido inverso, os voos saem de Pato Branco às 13h35, chegando à capital às 14h40.

INVESTIMENTO – O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou em dezembro do ano passado a revitalização do Aeroporto Regional de Pato Branco. O investimento de R$ 48 milhões vai construir um novo terminal de passageiros no aeroporto. Mais moderno, o terminal de passageiros terá 643 metros quadrados, com capacidade para 180 passageiros simultâneos. As obras vão ampliar a capacidade logística da região, melhorando tanto o transporte de passageiros como o de cargas.

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Fonte: Governo PR

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1 em cada 4 alimentos da agricultura familiar destinados às escolas do Paraná são orgânicos

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Pães caseiros, frutas, verduras e sucos naturais. Esses foram alguns dos alimentos orgânicos na alimentação escolar dos estudantes da rede estadual de ensino no último ano. A maior parte dos ingredientes é proveniente da agricultura familiar – 20 mil famílias paranaenses fornecem, para as escolas, mais de 10 mil toneladas de alimentos anualmente. Cerca de 1,4 mil dessas famílias atendem a demanda de orgânicos, que representa mais de 2,7 mil toneladas ou 25% de todos os produtos que vêm da agricultura familiar.

Em 2025, esse percentual tende a aumentar. O Governo do Paraná prevê incluir novos alimentos orgânicos ao cardápio. O processo de aquisição de leite e iogurte natural orgânicos já está em andamento.

Pela primeira vez, o Governo do Paraná participa com recursos próprios do montante utilizado para a contratação de produtos da agricultura familiar. A lei federal que esteve anteriormente em vigor limitava o valor para compras desse tipo a um teto de R$ 100 milhões. A partir da vigência da nova Lei de Licitações (nº 14133/2021), recursos estaduais também poderão ser aportados para esse fim, e o Governo do Paraná já destinou um adicional de R$ 175 milhões a essas contratações, chegando a R$ 275 milhões.

“No último ano, todas as escolas estaduais do Paraná receberam algum alimento orgânico, como frutas, arroz, legumes e tubérculos. Com a nova lei de licitação, pudemos estimular a participação de mais famílias de agricultores em nossa chamada pública. Ampliamos a oferta de alimentos oriundos da agricultura familiar aos nossos estudantes da rede pública do estado”, diz Eliane Teruel Carmona, diretora-presidente da Fundepar, responsável pela gestão estadual do programa voltado à alimentação escolar.

Os alimentos orgânicos são servidos pelo Governo do Paraná desde 2011, porém a quantidade e a variedade de opções vêm sendo ampliadas nos últimos anos, com a contribuição de iniciativas como o programa Paraná Mais Orgânico, que orienta os agricultores familiares com interesse em investir na produção orgânica.

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Mais de 195 mil estudantes da rede pública estadual de ensino têm frutas, hortaliças, legumes, temperos e tubérculos 100% orgânicos na alimentação escolar. Eles representam cerca de 20% dos estudantes da rede e estão distribuídos em 209 escolas de dez municípios do Paraná: Balsa Nova, Bocaiúva do Sul, Campo Magro, Cerro Azul, Curitiba, Doutor Ulysses, Mandirituba, Pinhais, São Mateus do Sul e Tijucas do Sul.

Além dos orgânicos provenientes da agricultura familiar – em maioria frutas, legumes e tubérculos –, também fazem parte do cardápio da alimentação escolar o arroz e feijões orgânicos, adquiridos via licitação. Com mais de 700 toneladas consumidas no ano passado, o arroz orgânico está presente em escolas de todos os 399 municípios paranaenses.

CARDÁPIO – A equipe de nutricionistas da Fundepar reavalia as opções de cardápio da alimentação escolar a cada 2 meses, de modo a garantir sempre a segurança alimentar e nutricional dos estudantes.

Frutas, verduras e legumes são servidos todos os dias nas escolas da rede pública estadual, para cerca de 1 milhão de alunos. Uma média de 100 gramas por dia de proteína animal também é calculada para compor o cardápio do bimestre de cada aluno. A alimentação escolar é responsável pelo suprimento de pelo menos 30% das necessidades alimentares dos estudantes.

“Sabemos que o rendimento escolar dos estudantes está diretamente relacionado à segurança alimentar e à qualidade nutricional das refeições. Por isso, todo investimento que fazemos em alimentação escolar é também um investimento no aprendizado dos nossos alunos em sala de aula”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda. 

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O acesso dos estudantes a uma alimentação mais saudável na escola, com alimentos de qualidade e distribuídos em refeições balanceadas, é prioridade para a equipe de nutricionistas da Fundepar e também funciona como uma medida educativa dentro do universo da comunidade escolar.

A Fundepar possui uma parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa-PR) no sentido de realizar a análise de resíduos de agrotóxicos nas amostras de alimentos a serem adquiridos e garantir que as exigências da legislação sejam cumpridas em todas as compras.

“Mais do que garantir a segurança alimentar e nutricional dos estudantes no período em que ficam na escola, estamos pensando no incentivo a hábitos que todos podem cultivar ao longo da vida: o de buscar alimentos mais saudáveis, para uma vida mais equilibrada e feliz”, diz a nutricionista Responsável Técnica do Programa Nacional de Alimentação Escolar da Fundepar, Andréa Bruginski.

CHAMADA PÚBLICA – A seleção dos produtos da agricultura familiar dispensa o procedimento licitatório, pois é feita por meio de chamadas públicas: os critérios são estabelecidos no edital de convocação exclusivo para agricultura familiar, publicado no site da Fundepar e aberto ao credenciamento das associações, cooperativas e dos produtores interessados.

As prioridades de seleção incluem fornecedores que mantenham proximidade a uma comunidade escolar, associações que possuam mais de 50% de agricultores assentados da reforma agrária, indígenas ou quilombolas e, por fim, se dentro dessas propostas há produção de alimento orgânico. Caso o fornecedor tenha interesse em ofertar um orgânico, ele manifesta esse diferencial no processo da chamada pública e envia a certificação que comprova a produção diferenciada.

Fonte: Governo PR

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