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Ponte sobre o Rio Melissa, na PR-180, será reconstruída em Cascavel

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) informa que um dos muros de concreto de sustentação das vigas da ponte sobre o Rio Melissa, na PR-180, em Cascavel, no Oeste, rompeu na madrugada desta sexta-feira (19), em função das chuvas recentes. A estrutura está localizada no km 313,48 da rodovia, em trecho não pavimentado, e estava prestes a passar por uma reforma completa. Inclusive uma das etapas era a demolição da ponte antiga, mas o rompimento acelerou o processo.

As obras na ponte sobre o Rio Melissa estavam na fase de construção de vigas de concreto no canteiro de obras, com os serviços sendo priorizados para garantir a retomada do tráfego no local. O próximo passo envolve a concretagem das vigas e a construção do novo tabuleiro.

A ponte colapsada tinha 6 metros de largura e apenas uma faixa de rolamento. Com a nova obra, ela passará a ter 11 metros de largura, com duas faixas, acostamentos externos e novos guarda-rodas. O prazo de execução da obra é de 30 dias.

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A alternativa de desvio sugerida é por vias municipais próximas:

A

Foto: DER/PR

A reestruturação dessa ponte está contemplada em um contrato de manutenção de 13 pontes em rodovias administradas pela Superintendência Regional Oeste do DER/PR, em um investimento de R$ 11.239.924,41

Serão beneficiados diretamente 17 municípios, além do tráfego de longa distância. São eles: Cascavel, Toledo, Palotina, Marechal Cândido Rondon, Jesuítas, Iracema do Oeste, Formosa do Oeste, Ouro Verde do Oeste, São Pedro do Iguaçu, Terra Roxa, Santa Helena, Diamante d’Oeste, Nova Aurora, Quarto Centenário, Boa Vista da Aparecida, Três Barras do Paraná e Francisco Alves.

Todas as pontes podem ser localizadas neste mapa, na aba CP 197/2022, em referência ao edital da obra.

Pontes com obras na região Oeste:

Ponte Rio Melissa na PR-180, em Cascavel;

Ponte Rio dos Padres na PR-239, no limite entre Jesuítas e Iracema do Oeste;

Ponte Rio Verde na PR-239, no limite entre Assis Chateaubriand e Jesuítas;

Ponte Rio Jesuítas na PR-317, em Formosa do Oeste;

Ponte Rio Santa Quitéria na PR-317, no limite entre Ouro Verde do Oeste e São Pedro do Iguaçu;

Ponte Rio Açu na PR-364, em Terra Roxa;

Ponte Rio São Cristóvão na PRC-467, em Marechal Cândido Rondon;

Ponte Rio São Francisco na PR-488, no limite entre Santa Helena e Diamante d’Oeste;

Ponte Rio Santa Quitéria na PR-585, no limite entre Ouro Verde do Oeste, São Pedro do Iguaçu e Toledo;

Ponte Rio Piquiri na PR-180, no limite entre Nova Aurora e Quarto Centenário;

Ponte Rio Piquiri na PR-317,no limite entre Formosa do Oeste e Quarto Centenário;

Ponte Rio Tormenta na PR-484, em limite entre Boa Vista da Aparecida e Três Barras do Paraná;

Ponte Rio Piquiri na PR-182, no limite entre Palotina e Francisco Alves.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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