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AGRONEGÓCIO

Tecnoshow da Comigo 2024 terá mais de 100 horas de palestras em Rio Verde

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A 21ª edição da Tecnoshow Comigo, que será realizada entre os dias 8 e 12 de abril em Rio Verde, Goiás, oferecerá mais de 100 horas de conteúdo especializado, dirigido ao agronegócio.

Os prganizadores do evento já confirmaram as presenças de renomados especialistas do agronegócio em sua programação. Serão três auditórios dedicados a palestras e dinâmicas, abordando uma variedade de temas, como nutrição, mercado de grãos, pecuária, sucessão, tecnologia e inovação, e cooperativismo.

Grandes nomes do setor, como Alexandre Mendonça de Barros, Camila Telles, Lygia Pimentel, Lu Romancini e Étore Baroni, estarão presentes para compartilhar seus conhecimentos.

Além disso, instituições como Embrapa e Aprosoja Brasil também participarão do evento, abordando questões relacionadas à pesquisa agropecuária e à produção de soja, gergelim e trigo.

Alguns destaques da programação:

  • Palestra com Alexandre Mendonça de Barros: Contexto Atual e Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro.
  • Painel com Camila Telles: Agro: O que Muitos Vivem e Poucos Conhecem.
  • Palestra com Lygia Pimentel: Perspectivas para o Mercado de Pecuária.
  • Mesa redonda com Lu Romancini, Étore Baroni e outros especialistas: A Realidade na Sucessão do Agronegócio.
  • Apresentações da Embrapa: Soja, Gergelim, Trigo e outros temas relevantes.
  • Palestra da Aprosoja Brasil: O Futuro da Soja Brasileira.
  • Evento da Corteva: Manejo de Plantas Daninhas em Pastagem.
  • Palestra da Boehring: Impacto do Período Seco para a Qualidade do Leite e Mastites na Lactação Subsequente.
  • Apresentação da Ourofino: Novidades para Melhorar a Prenhez de Fêmeas Leiteiras e de Corte.
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Serviço:

Tecnoshow Comigo
Data: 8 a 12 de abril de 202
Local: Centro Tecnológico COMIGO – Rio Verde (GO)
Site: https://www.tecnoshowcomigo.com.br

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

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Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

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Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

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