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Novo Sistema de Inovação vai fortalecer desenvolvimento tecnológico no Norte

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O Paraná conta a partir desta terça-feira (12) com mais uma iniciativa voltada à inovação. Foi lançado o Sistema Regional de Inovação do Norte do Paraná (SRI), que reúne os municípios de Londrina, Cambé, Rolândia, Ibiporã e Arapongas, o Governo do Estado, universidades, setor produtivo e sociedade civil. O objetivo é fortalecer a inovação, o empreendedorismo e o desenvolvimento tecnológico da região. Pelo Estado, a participação se por meio da Secretaria estadual da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI).

O Sistema é voltado à busca de soluções para as áreas de inovação, conectividade, qualificação de mão de obra, empreendedorismo e geração de empregos. Outro ponto de destaque é a criação de conexão facilitada entre empresas e as instituições de ensino para o desenvolvimento de soluções.

O secretário da Inovação, Modernização e Transformação Digital , Marcelo Rangel, definiu a criação do SRI do Norte do Paraná como um momento fundamental para união dos municípios e organização do ecossistema de inovação da região.

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“Essa união através de uma governança compartilhada é muito benéfica. Muitas vezes os setores não conversam entre si e o que é desenvolvido pelas universidades acaba não sendo utilizado por falta de conexão com o setor privado. Mas existe demanda para isso. Agora com o SRI do Norte do Paraná as oportunidades da região serão potencializadas”, afirmou.

A Secretaria da Inovação também busca mais soluções para modernização na gestão pública como, por exemplo, a parceria firmada com a Companhia de Tecnologia e Desenvolvimento (CTD) de Londrina, realizando conexão entre os setores público e privado da região, que será facilitada através do SRI Norte do Paraná. 

Juntos, os cinco municípios somam 61.093 empresas, sendo 10.594 com CNAE de inovação, segundo a Relação Anual de Informações Sociais. Também contam com 16 instituições de ensino superior com 122 cursos na área de inovação, além de 300 startups, cinco fundos de investimento e 26 habitats de inovação.

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Segundo o Sebrae/PR, que participa da governança da SRI Norte do Paraná, a ideia é que as cidades possam potencializar o desempenho no âmbito da inovação, trabalhando em ações em conjuntos e usando os habitats de inovação disponíveis em cada município para se desenvolverem.

O coordenador do SRI e consultor do Sebrae, Sérgio Ozório, destaca a importância da união das cidades para a troca de experiências e criação da cultura de inovação na região. “São cidades muito próximas, que interagem economicamente. Somando os ativos das cinco, o SRI se fortalece, com empresas e estruturas de inovação. Estamos desenhando um planejamento das ações que poderão ser colocadas em prática a partir desta união”, afirmou.

Fonte: Governo PR

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PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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