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Tecpar capacita 80 colaboradores com curso de Direitos Humanos

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O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), em parceria com a Secretaria da Justiça e Cidadania (Seju), finalizou, nesta quinta-feira (14), o curso em Direitos Humanos voltado aos colaboradores do instituto. A capacitação, uma das iniciativas propostas pelo Grupo de Trabalho sobre Diversidade e Equidade do Tecpar, teve a participação de 80 colaboradores – cerca de um quarto do quadro de funcionários da empresa.

O curso teve seis módulos e os assuntos abordados incluíram a introdução aos direitos humanos e questões raciais, de gênero, de diversidade sexual e de neurodiversidade. Nesta quinta-feira, o último módulo foi sobre questão de gênero, com palestra da educadora Maria Cecília Amorim Pilla, doutora em História pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), e Amélia Sampaio Rossi, formada em Direito pela UFPR e professora da PUC-PR.

A criação do Grupo de Trabalho sobre Diversidade e Equidade do Tecpar está em linha com a implantação no instituto da Agenda ESG: agenda ambiental, social e de governança (ESG, na sigla em inglês). O termo é usado para indicar que determinada organização adota práticas responsáveis e sustentáveis.

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No caso do Tecpar, a agenda ESG busca, além de organizar e fortalecer ações já desenvolvidas pelo instituto, a implantação de novos projetos relacionados à sustentabilidade, como o curso em Direitos Humanos.

O diretor-presidente do Tecpar, Celso Kloss, que participou da cerimônia de encerramento, destacou que o Grupo de Trabalho sobre Diversidade e Equidade foi criado para fomentar o conceito da diversidade e equidade no ambiente organizacional e o curso de Direitos Humanos foi importante para ampliar o debate sobre esse tema.

“Capacitar os colaboradores sobre as atuais discussões sobre os direitos humanos é fundamental para promover um ambiente de trabalho saudável baseado no respeito, na diversidade e na pluralidade. Com isso, o Tecpar promove a práticas dentro da empresa que contribuam com ações para responsabilidade social”, salientou.

De acordo com o secretário da Justiça e Cidadania (Seju), Santin Roveda, esta foi mais uma parceria de sucesso com o objetivo de promover os Direitos Humanos no Estado. “Essa iniciativa busca juntar a inovação e tecnologia com a perspectiva dos direitos humanos, respeito às diferenças, promoção da diversidade e da cidadania. São parcerias como essa que mostram a sinergia do Governo do Estado em todas as áreas”, pontuou.

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Ao final do curso, o diretor-presidente do Tecpar, Viviane da Paz, da Diretoria Técnica da Seju, Nádia Alves de Souza Leandro, diretora da Escola de Educação em Direitos Humanos, fizeram a entrega simbólica de certificados a alguns colaboradores.

Fonte: Governo PR

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Escolas estaduais do Paraná que ofertam tempo integral recebem mais 3 mil kits de robótica

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Mais 100 escolas estaduais de todas as regiões do Paraná que ofertam educação em tempo integral estão recebendo do Governo do Estado, ao longo deste mês, 3 mil kits de robótica. Com essa entrega, chega a 23 mil o número de kits distribuídos às unidades paranaenses desde 2021.

“Com essa nova remessa, reforçamos mais uma vez que na rede estadual a inovação. A programação e a robótica estão lado a lado com o conteúdo pedagógico”, diz o secretário estadual da Educação, Roni Miranda. “É exatamente isso que temos buscado nas mais de 2 mil escolas da rede do Estado. É muito bom saber que os alunos que passam mais tempo na escola podem desenvolver mais e mais habilidades”.

O investimento nessa nova leva de kits foi de R$ 1,8 milhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinados ao programa Escola em Tempo Integral, uma parceria do Ministério da Educação com a Secretaria da Educação do Paraná.

Entre os componentes eletrônicos estão  adaptadores de Wi-Fi, pilhas, baterias, displays, fitas de led, minisensores e resistores. Uma série de circuitos eletrônicos de comandos e peças que são utilizadas durante as aulas de Programação, Pensamento Computacional e Robótica, todas inseridas na grade curricular das escolas estaduais.

INVESTIMENTOS – Atualmente, mais de 160 mil alunos da rede têm acesso a práticas de robótica. O componente de programação chega a cerca de 500 mil estudantes de escolas estaduais. Os números foram alcançados após os investimentos de mais de R$ 30 milhões na compra dos kits – 2.577 unidades em 2021 e 18.380 no ano seguinte.

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Foi por meio do aprendizado nas aulas de Robótica que um grupo de alunos do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Vereador José Balan, de Umuarama, construiu um protótipo de robô autônomo para auxílio no combate ao Aedes aegypti em sala de aula. A iniciativa dos estudantes é um exemplo de como a introdução da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem na rede estadual de ensino faz a diferença na formação dos jovens, estimulando a inovação e o empreendedorismo.  

Outro robô, desenvolvido por alunos do município de Toledo, na região Oeste do Paraná, auxilia na locomoção de pessoas com deficiência visual. Participaram deste projeto alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Cívico Militar Frentino Sackser, sob o olhar atento do professor de Robótica Willian Joel Monteiro.

A ideia foi justamente construir um protótipo inicial de robô-guia utilizando sensores ultrassônicos, que fazem parte do kit de robótica para a detecção de barreiras, e um módulo player mini fornecendo feedback auditivo para informar o usuário sobre a presença e localização de obstáculos de forma precisa e intuitiva.

“Esse protótipo visa proporcionar uma solução acessível e complementar às ferramentas tradicionais, como bengalas e cães-guia, com potencial para aprimorar a autonomia e segurança dos deficientes visuais”, aponta o docente.

OUTROS EXEMPLOS – O forte investimento da Secretaria da Educação do Paraná na área da robótica tem angariado bons resultados  para os alunos da rede estadual, que ganham destaque ao se classificarem em competições nacionais, como as de luta de robôs construídos por estudantes. Caso da equipe de robótica do Colégio Estadual Pedro Boaretto Neto, de Cascavel, que participou, em julho do ano passado, da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, realizado em São Paulo.

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Um grupo de Maringá, no Noroeste, utilizou os conhecimentos da matéria de Pensamento Computacional para transportar a escola para dentro de um jogo de computador, em que a instituição se tornou um cenário distópico para uma luta contra zumbis, que supostamente, pretendiam atacar o ambiente escolar. 

REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA – Com a conexão de internet por fibra ótica na maior parte das escolas paranaenses, ampliou-se não apenas o ensino da Robótica e Programação, mas também o uso dos recursos digitais educacionais, como o Redação Paraná, que desenvolve a escrita nos  gêneros textuais e temas atuais; o Leia Paraná, de leitura digital com mais de 300 mil títulos lidos em 2024.

Outros recursos são o Matemática Paraná, com 30 milhões de atividades realizadas; o Inglês Paraná, com mais de 6 milhões de atividades concluídas; o Desafio Paraná e a Prova Paraná Digital, que neste ano chegou a  230 mil estudantes dos 8º e 9º anos com quase sete milhões de questões respondidas.

Fonte: Governo PR

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