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Embrapa comemora 50 anos com Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial da Soja

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) promove, dias 19 e 20 póximos, o 5° Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial da Soja. O foco deste ano será a sustentabilidade na cadeia produtiva da soja.

Este evento reúne um público diversificado, incluindo pesquisadores, técnicos, representantes governamentais, especialistas e membros da indústria e do setor agrícola.

O pesquisador da Embrapa Soja, Marcelo Álvares de Oliveira, explicou que o seminário visa debater questões cruciais que afetam a competitividade da cadeia da soja, abrangendo desde a qualidade do grão até a produção de farelo, óleo e biocombustíveis, bem como as preocupações relacionadas à sustentabilidade, tecnologia, regulamentações e processos produtivos.

A programação técnica do evento se concentrará em tópicos prioritários, incluindo agricultura de baixo carbono, a nova legislação da União Europeia voltada para o combate ao desmatamento, bioinsumos, agricultura digital e o impacto da qualidade do grão de soja como matéria-prima para a indústria.

Daniel Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), destacou a relevância deste evento para discutir assuntos fundamentais para o setor.

Ele enfatizou que as projeções indicam recordes na produção e no esmagamento da soja em grão e seus coprodutos, farelo e óleo, bem como nas exportações. O Brasil, como maior produtor e exportador mundial de soja, enfrenta diversos desafios e oportunidades, desde o plantio até o embarque, que serão abordados durante o seminário.

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Com a soja sendo a cultura com a maior área cultivada no país, aproximadamente 44 milhões de hectares, e projeções que apontam para uma produção superior a 156 milhões de toneladas na safra atual, o Brasil continua liderando o mercado global de soja.

Neste ano, as receitas com exportações do complexo soja podem ultrapassar US$ 67 bilhões, consolidando ainda mais a importância dessa commodity para a economia agrícola do país e sua presença internacional no mercado agrícola.

O Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial da Soja proporcionará um espaço valioso para discussões estratégicas que contribuirão para o contínuo sucesso brasileiro no mercado global de soja.

REVOLUÇÃO – A Embrapa, que celebra seu 50º aniversário, é responsável pelo revolução agrícola brasileira que, nos últimos 40 anos fez a safra brasileira crescer 600%.

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A instituição pública, vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) foi criada em 1973 para desenvolver a base tecnológica necessária para apoiar um modelo de agricultura e pecuária genuinamente tropical.

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Sua missão principal é garantir a segurança alimentar do Brasil e consolidar sua posição de destaque no mercado internacional de alimentos, fibras e energia. Para cumprir essa missão, a Embrapa mantém um diálogo contínuo com produtores, organizações científicas, lideranças governamentais e da sociedade civil.

Seu trabalho é pautado pela excelência científica em pesquisa agropecuária, qualidade e eficiência produtiva em cultivos e criações, sustentabilidade ambiental, aspectos sociais e parcerias com o setor produtivo.

A Embrapa é reconhecida pela qualidade de sua pesquisa científica e inovação tecnológica no setor agropecuário, buscando promover práticas agrícolas e pecuárias que garantam a qualidade e a eficiência na produção de alimentos de forma ambientalmente sustentável, considerando também o impacto social de suas atividades e estabelecendo parcerias para aplicar suas descobertas no campo.

Esses princípios refletem seu compromisso em contribuir para o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro e a promoção da segurança alimentar no país.

SERVIÇO
Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial da Soja
Data e horário: 19 de setembro, 14h às 18h e
20 de setembro, 08h às 12h
Local: Embrapa Soja, Londrina (PR) – Rodovia Carlos João Strass, s/nº
Informações www.seminariodesafiosdasoja.com.br

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Porto Nacional lidera exportações e movimenta R$ 197 milhões

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Porto Nacional, no Tocantins, começou 2025 reafirmando seu protagonismo no comércio exterior. Nos dois primeiros meses do ano, o município somou cerca de R$ 197 milhões em exportações, segundo dados da plataforma Comex Stat, do governo federal. Esse desempenho coloca a cidade na liderança entre os municípios tocantinenses que mais venderam para fora do país. Em segundo lugar aparece Almas, com aproximadamente R$ 181 milhões.

Grande parte desse montante veio da força do agronegócio local. O destaque ficou por conta da exportação de subprodutos da soja: as tortas e resíduos sólidos resultantes da extração de óleo, que renderam R$ 109 milhões com o envio de 47,8 mil toneladas. Já a soja in natura gerou aproximadamente R$ 67 milhões em vendas externas, com um volume de 18,7 mil toneladas embarcadas. Legumes de vagem também contribuíram significativamente, com R$ 19 milhões gerados pela exportação de 3,73 mil toneladas. O milho teve participação menor, respondendo por menos de 1% do total exportado no período.

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Para o secretário municipal de Agricultura e Pecuária, Fernando Wild, os números confirmam o bom momento do campo portuense. “A força do agro em Porto Nacional está consolidada. Trabalhamos intensamente para melhorar a infraestrutura rural, com ações como a manutenção de estradas, construção de pontes e apoio logístico. Ao mesmo tempo, apoiamos os pequenos produtores com assistência técnica, insumos, melhorias nas feiras e incentivo à comercialização. O resultado está aí, com recordes atrás de recordes”, afirmou o secretário.

Ao todo, 13 países compraram produtos portuenses neste início de ano. A Itália liderou a lista dos compradores, com importações no valor de aproximadamente R$ 45,6 milhões, seguida de perto pela China (R$ 43,6 milhões) e pela Eslovênia (R$ 37,3 milhões). Outros destinos importantes foram Paquistão, Índia, Alemanha, França e Marrocos. As vendas também chegaram a mercados menores, como Argélia, Egito, Tailândia, Paraguai e até os Estados Unidos, ainda que com volumes simbólicos.

A expectativa para o restante de 2025 é de crescimento ainda mais expressivo. Segundo projeções da Secretaria, há centenas de milhares de toneladas de soja prontas para embarcar nos próximos meses, principalmente com destino à China, principal parceira comercial do município. Só nos últimos três anos, Porto Nacional exportou 2,3 milhões de toneladas da oleaginosa, gerando quase R$ 708 milhões em receita (considerando o dólar a R$ 5,90).

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Com base nos atuais indicadores e no potencial de escoamento da safra, o município se posiciona como um verdadeiro polo do agronegócio tocantinense, com perspectivas animadoras para o restante do ano.

Fonte: Pensar Agro

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