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Menor demanda por tilápia enfraquece cotações

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Pressão veio da menor demanda doméstica, tendo em vista as temperaturas mais baixas, que desestimulam o consumo da proteína.

Após um longo período de alta, os preços da tilápia ao produtor se enfraqueceram em junho.

Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio da menor demanda doméstica, tendo em vista as temperaturas mais baixas, que desestimulam o consumo da proteína.

Levantamento do Cepea aponta que, no Norte do Paraná, o valor pago ao produtor pela tilápia in natura teve média de R$ 9,57/kg em junho, aumento de 0,34% em relação à de maio.

Na região dos Grandes Lagos (noroeste do estado de São Paulo e divisa de Mato Grosso do Sul), a cotação média foi de R$ 10,16/kg, leve recuo de 0,12% na mesma comparação.

Nas praças de Morada Nova de Minas (MG) e Oeste do Paraná, o valor médio da tilápia permaneceu inalterado de maio para junho, sendo de R$ 9,31/kg na região mineira e de R$ 9,38/kg na paranaense.

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Fonte: Assessoria Cepea

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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