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158 agentes de trânsito recebem certificação para fiscalizarem rodovias estaduais

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A Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), entregou a certificação de formação e de atualização a 158 agentes de autoridade de trânsito que passaram por capacitação nos últimos meses.

A cerimônia foi realizada no auditório do DER/PR em Curitiba, na semana passada, marcando a conclusão do treinamento destes profissionais que vão atuar para promover mais segurança na malha rodoviária estadual paranaense.

De acordo com o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti, a meta é ampliar cada vez mais a presença dos agentes de trânsito do DER do Paraná nas rodovias, atuando na fiscalização de pesagem de veículos, na fiscalização de excesso de velocidade com radar portátil, entre outras funções, um complemento aos serviços e obras já realizados.

“Vamos aliar o pavimento bem conservado, a rodovia com sinalização e dispositivos de segurança, com a fiscalização do agente para os casos que não dependem das condições da pista. Não adianta termos rodovias em excelentes condições, se permanecer a imprudência do condutor em excesso de velocidade ou com excesso de carga”, explica Furiatti.

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Uma das atividades do agente de trânsito mais observada pelos usuários das rodovias estaduais é a fiscalização efetiva por radar portátil, priorizando os pontos críticos de acidentes. A medida visa reduzir os acidentes causados pelo excesso de velocidade nestas vias, salvando vidas, garantindo mais segurança a todos os usuários e preservando o patrimônio público e privado.

As operações são diárias, em horários variados, nos mesmos locais de operação de radar utilizado pelo Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) – estas localizações disponíveis no portal do DER/PR (AQUI). A fiscalização inclusive é feita aos finais de semana e feriados, ocasiões de maior volume de tráfego de veículos.

Estas atividades estão alinhadas com o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans) do governo federal – o Paraná foi o primeiro estado a aderir à iniciativa.

Os agentes de trânsito do DER/PR atuam também na fiscalização de excesso de peso em veículos pesados por meio de balanças rodoviárias, na guarda patrimonial, travessia do ferry boat de Guaratuba, Escolas Práticas Educativas de Trânsito (Epet) do DER/PR, fiscalização do uso indevido da faixa de domínio das rodovias e na sinalização viária durante realização de eventos nas estradas.

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Já atuavam na malha rodoviária 81 agentes que passaram por atualização profissional, com mais 77 se juntando ao efetivo a partir de agora.

CURSO – A capacitação incluiu conteúdos teóricos, como legislação de trânsito, noções de engenharia de tráfego e sinalização de trânsito, ética e cidadania, psicologia aplicada, o papel educador do agente, Língua Portuguesa, operação e fiscalização de trânsito e atividades práticas em campo, com equipamentos específicos.

O curso foi realizado pelo Centro de Treinamento e Assessoria de Trânsito, empresa do setor com credenciamento junto ao Departamento de Trânsito do Paraná (Detran/PR), atendendo aos critérios da Portaria 966/2022 da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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