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Copacol recebe selo de excelência em tratamento de sementes

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Ter uma semente de qualidade faz toda a diferença no processo produtivo. Isso a Copacol entende muito bem e por isso investe constantemente em pesquisas para oferecer as sementes com elevada qualidade fisiológica. A escolha adequada de produtos utilizados no tratamento de sementes é fundamental e realizar estudos frequentes sobre a eficácia dos produtos destinados ao tratamento de sementes, que são realizados no CPA (Centro de Pesquisa Agrícola), garantem altos níveis de germinação e estabelecimento da lavoura à campo.

Devido a esse cuidado e dedicação, as sementes ofertadas pela Copacol são reconhecidas pelos produtores e por empresas parceiras. Recentemente a Cooperativa recebeu o selo de excelência em tratamento de semente pela Syngenta, durante evento realizado em Holambra, SP, sede do instituto da companhia, o Seedcare Institute.

Para receber a certificação uma série de requisitos devem ser cumpridos, demonstrando a qualidade do trabalho realizado e a responsabilidade que a Cooperativa possui com o produtor e o meio ambiente, de como a legislação para o trabalho que é desenvolvido no tratamento das sementes é atendida. O selo garante que em toda a semente tenha a quantidade de ingrediente ativo necessários para garantir uma boa germinação.

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Em tratamentos que não seguem as boas práticas pode acontecer uma desuniformidade de sementes com mais e menos ingredientes ativos, resultando em problemas a campo. “Para nós, ter o reconhecimento através desse selo, é motivo de orgulho, pois concentramos nossos esforços no trabalho diário para entregar as melhores soluções técnicas e que tragam rentabilidade para os cooperados. Ser reconhecida pela Syngenta como padrão de qualidade só reforça que o trabalho da Cooperativa está sendo bem feito”, afirma o supervisor de Acesso a Mercados da Copacol, Ronaldo Novais.

Atualmente, a Copacol conta com três armazéns localizados em Cascavel, Cafelândia e Formosa do Oeste. Todos possuem estruturas modernas, amplas e com toda adequação necessária para oferecer um ambiente ideal de armazenagem, com climatização programada de 15ºC e com uma média de 55% de umidade relativa do ar. Com a grande capacidade de estocagem, a Cooperativa proporciona segurança aos cooperados em relação a disponibilidade de produtos e melhores condições para aquisição dos produtos.

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AGRONEGÓCIO

MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

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Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

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Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

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