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Saúde recebe medicamentos emergenciais para tratar dengue e reforça apoio aos municípios

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A Secretaria estadual da Saúde (Sesa) realizou uma compra emergencial de medicamentos para auxiliar no tratamento da dengue. Nesta sexta-feira (12), o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) recebeu 30 mil frascos de soro fisiológico que serão encaminhados para as Regionais de Saúde que possuem municípios em situação de emergência e com incidências elevadas de casos da doença.

A compra emergencial faz parte da série de ações do Estado para apoiar os municípios no enfrentamento da dengue. Além do soro fisiológico, fazem parte desta compra emergencial que soma mais de R$ 296 mil, medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios, antieméticos (contra náuseas e vômitos) e antitérmicos que estão sendo entregues de forma gradual ao Cemepar. 

“São mais de 100 mil unidades de medicamentos para que os municípios tenham condições de fornecer um tratamento adequado aos pacientes. O soro fisiológico é um aliado importante para a hidratação e pode evitar a evolução dos casos leves para graves. O Governo do Estado está vigilante e atuando de forma intensa para que nenhum município sofra com a falta de insumos e medicamentos”, explicou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

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O secretário reforça que o principal aliado para que este combate seja efetivo, é a participação da população na remoção dos criadouros do Aedes Aegypti, mosquito transmissor das doenças.

ENTREGA – Assim como outros itens enviados pelo Ministério da Saúde (MS) após pedido da Sesa, dez mil frascos de soro fisiológico, medicamentos e sais para reidratação oral serão encaminhados ainda hoje para a 1ª Regional de Saúde de Paranaguá. Na segunda-feira, outros 20 mil frascos do soro e medicamentos serão enviados para atender a 17ª Regional de Saúde, com sede em Londrina.

Em março, a Sesa já havia enviado uma carga emergencial para atender a solicitação da 9ª Regional de Saúde de Foz do Iguaçu – foram 4.350 frascos de soro fisiológico, além de medicamentos e analgésicos.

NÚMEROS – De acordo com o boletim divulgado nesta terça-feira (09), o Paraná possui 45.784 casos confirmados e 29 óbitos por dengue neste atual período epidemiológico, iniciado em agosto de 2022. Com relação a chikungunya, são 395 casos confirmados e três mortes.

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Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Escolas do Paraná que ofertam tempo integral recebem mais 3 mil kits de robótica

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Mais 100 escolas estaduais de todas as regiões do Paraná que ofertam educação em tempo integral estão recebendo do Governo do Estado, ao longo deste mês, 3 mil kits de robótica. Com essa entrega, chega a 23 mil o número de kits distribuídos às unidades paranaenses desde 2021.

“Com essa nova remessa, reforçamos mais uma vez que na rede estadual a inovação. A programação e a robótica estão lado a lado com o conteúdo pedagógico”, diz o secretário estadual da Educação, Roni Miranda. “É exatamente isso que temos buscado nas mais de 2 mil escolas da rede do Estado. É muito bom saber que os alunos que passam mais tempo na escola podem desenvolver mais e mais habilidades”.

O investimento nessa nova leva de kits foi de R$ 1,8 milhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinados ao programa Escola em Tempo Integral, uma parceria do Ministério da Educação com a Secretaria da Educação do Paraná.

Entre os componentes eletrônicos estão  adaptadores de Wi-Fi, pilhas, baterias, displays, fitas de led, minisensores e resistores. Uma série de circuitos eletrônicos de comandos e peças que são utilizadas durante as aulas de Programação, Pensamento Computacional e Robótica, todas inseridas na grade curricular das escolas estaduais.

INVESTIMENTOS – Atualmente, mais de 160 mil alunos da rede têm acesso a práticas de robótica. O componente de programação chega a cerca de 500 mil estudantes de escolas estaduais. Os números foram alcançados após os investimentos de mais de R$ 30 milhões na compra dos kits – 2.577 unidades em 2021 e 18.380 no ano seguinte.

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Foi por meio do aprendizado nas aulas de Robótica que um grupo de alunos do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Vereador José Balan, de Umuarama, construiu um protótipo de robô autônomo para auxílio no combate ao Aedes aegypti em sala de aula. A iniciativa dos estudantes é um exemplo de como a introdução da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem na rede estadual de ensino faz a diferença na formação dos jovens, estimulando a inovação e o empreendedorismo.  

Outro robô, desenvolvido por alunos do município de Toledo, na região Oeste do Paraná, auxilia na locomoção de pessoas com deficiência visual. Participaram deste projeto alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Cívico Militar Frentino Sackser, sob o olhar atento do professor de Robótica Willian Joel Monteiro.

A ideia foi justamente construir um protótipo inicial de robô-guia utilizando sensores ultrassônicos, que fazem parte do kit de robótica para a detecção de barreiras, e um módulo player mini fornecendo feedback auditivo para informar o usuário sobre a presença e localização de obstáculos de forma precisa e intuitiva.

“Esse protótipo visa proporcionar uma solução acessível e complementar às ferramentas tradicionais, como bengalas e cães-guia, com potencial para aprimorar a autonomia e segurança dos deficientes visuais”, aponta o docente.

OUTROS EXEMPLOS – O forte investimento da Secretaria da Educação do Paraná na área da robótica tem angariado bons resultados  para os alunos da rede estadual, que ganham destaque ao se classificarem em competições nacionais, como as de luta de robôs construídos por estudantes. Caso da equipe de robótica do Colégio Estadual Pedro Boaretto Neto, de Cascavel, que participou, em julho do ano passado, da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, realizado em São Paulo.

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Um grupo de Maringá, no Noroeste, utilizou os conhecimentos da matéria de Pensamento Computacional para transportar a escola para dentro de um jogo de computador, em que a instituição se tornou um cenário distópico para uma luta contra zumbis, que supostamente, pretendiam atacar o ambiente escolar. 

REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA – Com a conexão de internet por fibra ótica na maior parte das escolas paranaenses, ampliou-se não apenas o ensino da Robótica e Programação, mas também o uso dos recursos digitais educacionais, como o Redação Paraná, que desenvolve a escrita nos  gêneros textuais e temas atuais; o Leia Paraná, de leitura digital com mais de 300 mil títulos lidos em 2024.

Outros recursos são o Matemática Paraná, com 30 milhões de atividades realizadas; o Inglês Paraná, com mais de 6 milhões de atividades concluídas; o Desafio Paraná e a Prova Paraná Digital, que neste ano chegou a  230 mil estudantes dos 8º e 9º anos com quase sete milhões de questões respondidas.

Fonte: Governo PR

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