NOVA AURORA

AGRONEGÓCIO

Copacol Agro terá 83 expositores e convidados especiais

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Referência em conhecimento e em tecnologia para a família cooperada, o Copacol Agro será realizado nos dias 9, 10 e 11 de maio, no Centro de Pesquisa Agrícola, em Cafelândia, no Oeste do Paraná.

Nos 60 mil metros quadrados da feira estarão presentes 83 expositores com o que há de mais moderno para as atividades de Avicultura, Piscicultura, Agricultura, Suinocultura e Bovinocultura de Leite. O lançamento do Copacol Agro 2023 foi realizado na noite de quinta-feira, 27, pelo diretor-presidente, Valter Pitol, que deu a largada para os ajustes dos últimos preparativos.

Prestes a completar 60 anos de fundação, a Copacol traz convidados especiais para o evento: o presidente da OCB (Organização das Cooperativas do Brasil), Márcio Lopes de Freitas; o empresário Geraldo Rufino; e o engenheiro agrônomo Marcos Fava Neves.

A feira é realizada exclusivamente para os 7,2 mil cooperados e cooperadas da Copacol: uma das maiores agroindústrias brasileiras, com produção de 750 mil aves/dia e 185 mil peixes/dia, recebimento de 1,2 milhões de sacas de soja/ano e 13,5 milhões de sacas de milho/ano, além da entrega de 29,3 mil suínos/mês à Central Frimesa. “Preparamos esse grande evento todos os anos para atualizar a família cooperada sobre as novidades e as transformações do mundo do agronegócio. Os convidados proporcionam um direcionamento para os rumos que devemos tomar em todos os nossos negócios, além disso, as empresas parceiras apresentam soluções eficazes para as atividades”, explica Pitol.

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CONVIDADOS ESPECIAIS

Dia 9, às 9h, a palestra será com Geraldo Rufino: De catador de latinhas na favela a um dos maiores empreendedores do mundo, fundador da JR Diesel e hoje uma das maiores expressões do “faça você mesmo”.
Dia 10, às 9h, palestra com Marcio Lopes de Freitas: Agropecuarista e cooperativista, presidente do Sistema OCB (Organização das Cooperativas do Brasil); Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo e CNCoop (Confederação Nacional das Cooperativas).

Dia 11, às 9h, o convidado é Marcos Fava Neves: Engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP). Especialista em planejamento e gestão estratégica, tendo realizado mais de 250 projetos de planejamento no agronegócio brasileiro e mundial. Realizou 1,5 mil palestras em 22 países, sendo um dos brasileiros mais respeitados internacionalmente na área de agronegócios.

Da Assessoria

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AGRONEGÓCIO

MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

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Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

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Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

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