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Leite: cooperados participam de treinamento sobre doenças reprodutivas

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Para ampliar o conhecimento técnico na bovinocultura de leite, os integrados da Copacol participaram de mais um treinamento focado em prevenção de doenças reprodutivas. Com essa atuação intensa, a sanidade é garantida e os resultados em produção também. “Apresentamos uma visão sobre a diminuição dos casos clínicos dessas doenças e a redução da circulação desses vírus com a utilização de vacinas, que são eficazes na ação preventiva”, afirma o médico veterinário, Rafael Ferreira, da Hipra Saúde Animal.

A capacitação dos produtores integrados de leite é realizada de maneira contínua, levando a ganhos nas propriedades que entregam a produção à Central Frimesa. “Sempre trazemos temas diferentes para discussão para que os produtores passem por uma reciclagem. Por isso, nosso foco dessa vez foram as doenças reprodutivas, trazendo principalmente as formas de prevenção e melhorias de manejo para diminuirmos a incidências dessas doenças e melhorar o sistema reprodutivo dos animais e, consequentemente, a produção de leite”, afirma o médico veterinário da Copacol, Gilvani Meurer.

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O treinamento foi aprovado pelos cooperados. “É muito importante sabermos de assuntos de forma detalhada para podermos melhorar a gestão e produtividade na propriedade. Sempre seguimos as recomendações da equipe técnica da Copacol e ter informações atualizadas sobre a produção leiteira nos faz melhorar nos manejos”, comenta a cooperada de Central Santa Cruz, em Cafelândia, Marciane Stadikoski.

Da Assessoria

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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