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Governo realiza nesta quarta-feira a etapa Paraná do Fórum da Rede de Parcerias

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O Governo do Estado promoveu nesta terça-feira (11) a Reunião Técnica da Rede de Parcerias, evento que dá início à programação do 18º Fórum Regional de Fortalecimento da Rede de Parcerias – Etapa Paraná, que acontece em Curitiba, nesta quarta-feira (12). A reunião foi aberta pelo secretário de Estado do Planejamento, Guto Silva, no Palácio Iguaçu, e contou com a participação de representantes do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas da União, Caixa Econômica Federal, o Secretário de Estado da Saúde, César Augusto Neves, e agentes de diversas prefeituras paranaenses e representantes de associações de municípios.

Iniciativa do governo federal, a Rede de Parcerias, tem caráter de governança colaborativa, que tem por objetivo promover maior integração entre os parceiros, com vistas ao fortalecimento da governança, do diálogo e da gestão, bem como à melhoria do gasto público, e maior efetividade das políticas públicas implementadas com recursos decorrentes das transferências da União.

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O secretário Guto Silva ressaltou que, para fortalecer a Rede de Parcerias, é preciso que o Estado promova um processo considerado por ele como “pedagógico”, de ensinar, treinar, capacitar e compartilhar informações, mas sempre tendo como foco as pessoas. “Só teremos êxito se esta rede forte for voltada a cuidar de pessoas, em suas mais diferentes realidades”, afirmou ele, citando que em poucas semanas terão início as ações, capacitações, treinamentos, mobilizações e eventos regionais que vão tornar esta rede muito mais sólida, qualificada e robusta no Paraná, promovendo mais conexão entre municípios, estado e União.

Roberto Pojo, secretário de Gestão e Inovação do MGI, explicou que a Rede de Parcerias é importante para diagnosticar obstáculos e buscar simplificar o processo que leva o município a acessar recursos, aplica-los e prestar contas deles, descomplicando essa cadeia. “Nossa preocupação é instrumentalizar os municípios, com o objetivo principal de aumentar a captação de recursos através dos sistemas de transferência, uniformizando ou adaptando mecanismos já usados, visto que sem planejamento de médio e longo prazo nenhum município consegue dar os saltos”, disse ele.

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A iniciativa do Programa Conecta399 – Conectando Projetos ao Futuro foi elogiada por Regina de Andrade, diretora de Transferências e Parcerias da União do MGI. O programa, que será lançado nesta quarta-feira (12), oferecerá apoio técnico, político e gerencial aos munícipios paranaenses,

“A criação do Conecta399 aqui vai fazer toda a diferença, porque em nível federal iremos dar todo o suporte, mas só vocês, aqui, conseguem fazer mais e melhores entregas, a partir de uma visão do todo e das necessidades de cada um dos municípios”, afirmou ela. “Além da capacitação, trabalho importante e fundamental,  é preciso pensar e desenvolver mecanismos de articulação, de governança, que consigam levar o trabalho em frente”, disse. 

Fonte: Governo PR

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Presente especial: documentário celebra os 40 anos da Orquestra Sinfônica do Paraná

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Quatro décadas de história, centenas de concertos inesquecíveis e um repertório que atravessa gerações. Em 2025, a Orquestra Sinfônica do Paraná celebra seus 40 anos e ganha um presente especial: um documentário que resgata essa trajetória marcante. Dividido em quatro capítulos no formato de websérie, o material será disponibilizado no YouTube do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP) e do Teatro Guaíra, permitindo que o público mergulhe nos momentos mais emblemáticos da Orquestra.

O lançamento dos três primeiros episódios está previsto para os dias que antecedem o aniversário da OSP, 28 de maio, data que também marca o início de uma série de concertos comemorativos no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão). Nessas apresentações especiais, que serão realizadas nos dias 28, 29 de maio e 1º de junho, a OSP trará ao palco a grandiosa Sinfonia nº 2 de Gustav Mahler, conhecida como Sinfonia da Ressurreição. Com quase 200 músicos reunidos, a obra promete emocionar o público e tornar essa celebração inesquecível.

O quarto e último episódio da websérie será lançado após os concertos comemorativos, pois incluirá trechos dessas apresentações. Desta forma, o documentário vai contar a história da Orquestra desde o dia de sua estreia, em 1985, até o aniversário de 2025. O diretor Rogério Vieira explica que, diferente de uma narrativa linear, o documentário não seguirá uma ordem cronológica rígida.

A ideia do documentário nasceu de uma conversa entre Samuel Lago, presidente do IAOSP, e o produtor audiovisual Rogério Vieira. “Queremos que as pessoas conheçam a história da Orquestra por meio daqueles que a viveram de dentro: músicos, maestros, organizadores e trabalhadores da arte, todos que ajudaram a construir essa trajetória. A proposta é retratar essa jornada de forma autêntica e emocionante, com depoimentos que resgatam memórias e experiências únicas”, afirma Lago.

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Apaixonado por música clássica, Rogério Vieira acompanha os concertos da OSP há muitos anos. “Muitas pessoas que apreciam a Orquestra e acompanham seus concertos talvez não tenham noção da complexidade envolvida, desde a forma como uma orquestra funciona até os desafios de administrá-la. É por isso que o documentário será tão especial: ele permitirá ao público enxergar os bastidores da Orquestra Sinfônica do Paraná, revelando os detalhes que tornam cada apresentação única”, revela o diretor do documentário.

PRIMEIRO TRECHO DISPONÍVEL — Ao longo dos meses de abril e maio, trechos do documentário serão divulgados no Instagram do Teatro Guaíra, da Orquestra Sinfônica do Paraná e do IAOSP. O primeiro, lançado nesta sexta-feira (04/04), traz um depoimento do maestro João Carlos Martins, pianista reconhecido internacionalmente como o maior intérprete do compositor clássico Johann Sebastian Bach.

Em maio de 2024, Martins teve uma participação memorável em um concerto da OSP: ele atuou como solista e dividiu a regência da Sinfônica com o diretor musical e regente titular da Sinfônica do Paraná, maestro Roberto Tibiriçá. “O maestro Eleazar de Carvalho, que foi meu professor, tinha uma admiração muito grande por João Carlos. Um dos grandes feitos dele como músico foi gravar toda a obra de Bach, é algo impressionante. E hoje é um exemplo de superação”, afirmou Tibiriçá, na ocasião.

Confira AQUI o primeiro trecho do documentário.

TRAJETÓRIA – Criada em 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná surgiu por iniciativa de uma equipe composta por profissionais como Eleni Bettes, Ivo Lessa e Tatiana Aben-Athar, com apoio do então governador José Richa e do secretário da Cultura, Fernando Ghignone. Seu primeiro maestro titular foi Alceo Bocchino, ex-aluno de Heitor Villa-Lobos e um dos grandes nomes da música erudita no Brasil. Falecido em 2013, Bocchino é maestro emérito da OSP. Na época da fundação, 61 músicos foram selecionados por meio de um concurso nacional, incluindo Osvaldo Colarusso como maestro adjunto.

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Desde então, a OSP tem contado com a direção de outros renomados maestros. Após Bocchino e Colarusso (1985-1998), regeram Roberto Duarte (1998-1999), Jamil Maluf (2000-2002), Alessandro Sangiorgi (2002-2010), Osvaldo Ferreira (2011-2014), Stefan Geiger (2016-2020), e atualmente tem como maestro titular e diretor musical Roberto Tibiriçá, que está à frente da orquestra desde 2022.

Ao longo de quatro décadas, a OSP construiu um vasto repertório com mais de 900 obras catalogadas de aproximadamente 250 compositores, incluindo importantes nomes da música brasileira, como Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri, e paranaenses, como Henrique Morozowicz e Augusto Stresser. A Orquestra também teve a honra de trabalhar com mais de 50 maestros convidados e cerca de 200 solistas nacionais e internacionais.

A atuação da Orquestra Sinfônica do Paraná transcende os palcos paranaenses, com mais de mil apresentações realizadas dentro e fora do Paraná. A Orquestra participou de montagens de importantes óperas e balés, incluindo O Quebra-Nozes e O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, Romeu e Julieta, de Prokofiev, além das óperas Carmen, de Bizet, A Viúva Alegre, de Lehar, e La Bohème, de Puccini.

Com uma capacidade notável de transitar entre estilos clássicos, românticos e contemporâneos, a Orquestra Sinfônica do Paraná se coloca como um dos principais conjuntos sinfônicos do país. Acompanhe a programação dos concertos no site da OSP e siga a Orquestra no Instagram e no Facebook para não perder nenhuma novidade deste corpo artístico do Centro Cultural Teatro Guaíra.

Fonte: Governo PR

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