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AGRONEGÓCIO

Santa Tereza do Oeste recebe Dia de Campo de sistema de plantio direto de hortaliças

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O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-PR) realiza nesta quinta-feira (30) o 2º Dia de Campo de SPDH (Sistema de Plantio Direto de Hortaliças) no Polo de Pesquisa e Inovação de Santa Tereza do Oeste. Com abertura prevista para às 13h e encerramento às 17h, o evento é gratuito e voltado a técnicos, estudantes e produtores. Os interessados podem se inscrever até quarta (29) neste LINK.

Fruto de uma parceria entre o IDR-Paraná e a Itaipu Binacional, através do Programa AISA (Ação Integrada de Solo e Água), a ideia é apresentar os resultados de pesquisa coletados pelo Instituto e fomentar a prática de SPDH na Região Oeste do Paraná. O SPDH é um sistema que garante uma agricultura mais sustentável, com preservação do solo e maior produtividade.

SOBRE O PROGRAMA – O uso da tecnologia a favor da conservação do solo e da água. Esse é o grande desafio do Programa AISA. Uma parceria entre a Itaipu Binacional, Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), IDR-Paraná e Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz).

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Com 16 projetos de Pesquisa e Transferência de Tecnologias e um de Gestão da Informação, o programa abrange 228 municípios do Paraná e do Mato Grosso do Sul, na área de contribuição do reservatório de Itaipu, território de importância nacional na produção de energia hidrelétrica e na produção agropecuária.

os objetivos do AISA são apoiar a inovação científica; validar e transferir tecnologias sustentáveis sob a ótica agronômica, zootécnica, silvopastoril, ambiental, econômica e social para o agronegócio e para a agricultura familiar; consolidar uma ação interinstitucional e multidisciplinar voltada à segurança hídrica e à conservação dos recursos naturais solos e água; contribuir com a formação e com a qualificação de recursos humanos; além de subsidiar cientificamente a elaboração de políticas públicas.

PROGRAMAÇÃO – A programação contará com orientações sobre Plantas de Cobertura de Verão (Josiane dos Santos e a Thaisa Capato / IDR-Paraná), Mudas de Hortaliças em SPDH (Ellen Hojo / da FAG – Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz); Fertilidade e Nutrição de Plantas em SPDH (Erivan Marreiros / do IDR-Paraná) e Manejo Mecânico de Plantas de cobertura, (Flávio Gurgaz / da Unioeste)

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Serviço

2º Dia de Campo de SPDH – Santa Tereza do Oeste

Data: 30/03, quinta-feira

Horário: 13h

Inscrições AQUI

Local: Polo de Pesquisa e Inovação de Santa Tereza – Rodovia PR 163, km 188

Fonte: Governo PR

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AGRONEGÓCIO

MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

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Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

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Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

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