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BRDE firma acordo com Conselho de Arquitetura para estimular economia sustentável

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O BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná firmaram nesta segunda-feira (13) um acordo de cooperação técnica com objetivo de estimular a economia sustentável. A parceria visa abrir possibilidades de novos negócios, por meio das linhas de crédito do BRDE, aos profissionais e escritórios de arquitetura, cujos projetos estejam ligados às diretrizes previstas na atuação do Banco Verde, ou seja, proteção da água, prevenção e controle da poluição, e proteção e restauração da biodiversidade.

O acordo prevê também financiamento às obras e aos projetos que os arquitetos desenvolvam para seus clientes empresariais, que podem ser apoiados com valor a partir de R$ 300 mil.

Em contrapartida, o Conselho de Arquitetura pretende abrir edital para promover concurso de fotografias voltado ao patrimônio cultural, com exposição e outras atividades que envolvam a comunidade, no Espaço Cultural BRDE, além de estreitar as relações com seus associados, no que diz respeito a desenvolver negócios por meio do crédito customizado do banco.

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“Temos todo interesse em tornar essa parceria algo relevante para a sociedade, levando o financiamento para os arquitetos, para promover as duas entidades nesse espaço. Adotamos esse Espaço Cultural, que faz parte da história da cidade e do Paraná, de mulheres que governaram essa casa, da erva-mate, dos aspectos políticos e culturais que caminham com os aspectos históricos”, explicou o superintendente do BRDE, Paulo Starke.

“O acordo de cooperação técnica com o BRDE é antes de tudo um compromisso social, para valorizar e mostrar as boas ações do banco, como a preocupação na preservação do patrimônio histórico e cultural, abrindo esse espaço para a comunidade”, afirmou o o presidente do Conselho de Arquitetura, Milton Zanelatto.

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – Nesse acordo, também estão previstas a disponibilidade do Espaço Cultural BRDE para eventos do Conselho para aproximar o público dessa área na discussão da preservação do patrimônio cultural. Zanelatto ainda lembrou que as políticas de equidade e inclusão econômica do BRDE podem ser aproveitadas no empreendedorismo feminino, uma vez que, segundo ele, cerca de 70% do mercado de arquitetura é formado por mulheres, muitas vezes com dificuldade de acesso ao crédito para estruturar seu negócio.

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O BRDE dispõe nesse perfil do Programa Empreendedoras do Sul, que em seus dois anos de criação destinou R$ 226 milhões para os três estados do Sul. Só no Paraná foram movimentados R$ 88,8 milhões nesse período. O programa é direcionado a empresas de diferentes portes que tenham ao menos 40% do seu capital social de sócias mulheres.

PRESENÇAS – Também participaram do evento de assinatura a coordenadora do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, Rafaela Tasca; a gerente de Planejamento do BRDE, Lisiane Astarita; e o gerente jurídico do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná, Ramon Bentivenha.

Fonte: Governo do Paraná

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Escolas estaduais do Paraná que ofertam tempo integral recebem mais 3 mil kits de robótica

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Mais 100 escolas estaduais de todas as regiões do Paraná que ofertam educação em tempo integral estão recebendo do Governo do Estado, ao longo deste mês, 3 mil kits de robótica. Com essa entrega, chega a 23 mil o número de kits distribuídos às unidades paranaenses desde 2021.

“Com essa nova remessa, reforçamos mais uma vez que na rede estadual a inovação. A programação e a robótica estão lado a lado com o conteúdo pedagógico”, diz o secretário estadual da Educação, Roni Miranda. “É exatamente isso que temos buscado nas mais de 2 mil escolas da rede do Estado. É muito bom saber que os alunos que passam mais tempo na escola podem desenvolver mais e mais habilidades”.

O investimento nessa nova leva de kits foi de R$ 1,8 milhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinados ao programa Escola em Tempo Integral, uma parceria do Ministério da Educação com a Secretaria da Educação do Paraná.

Entre os componentes eletrônicos estão  adaptadores de Wi-Fi, pilhas, baterias, displays, fitas de led, minisensores e resistores. Uma série de circuitos eletrônicos de comandos e peças que são utilizadas durante as aulas de Programação, Pensamento Computacional e Robótica, todas inseridas na grade curricular das escolas estaduais.

INVESTIMENTOS – Atualmente, mais de 160 mil alunos da rede têm acesso a práticas de robótica. O componente de programação chega a cerca de 500 mil estudantes de escolas estaduais. Os números foram alcançados após os investimentos de mais de R$ 30 milhões na compra dos kits – 2.577 unidades em 2021 e 18.380 no ano seguinte.

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Foi por meio do aprendizado nas aulas de Robótica que um grupo de alunos do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Vereador José Balan, de Umuarama, construiu um protótipo de robô autônomo para auxílio no combate ao Aedes aegypti em sala de aula. A iniciativa dos estudantes é um exemplo de como a introdução da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem na rede estadual de ensino faz a diferença na formação dos jovens, estimulando a inovação e o empreendedorismo.  

Outro robô, desenvolvido por alunos do município de Toledo, na região Oeste do Paraná, auxilia na locomoção de pessoas com deficiência visual. Participaram deste projeto alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Cívico Militar Frentino Sackser, sob o olhar atento do professor de Robótica Willian Joel Monteiro.

A ideia foi justamente construir um protótipo inicial de robô-guia utilizando sensores ultrassônicos, que fazem parte do kit de robótica para a detecção de barreiras, e um módulo player mini fornecendo feedback auditivo para informar o usuário sobre a presença e localização de obstáculos de forma precisa e intuitiva.

“Esse protótipo visa proporcionar uma solução acessível e complementar às ferramentas tradicionais, como bengalas e cães-guia, com potencial para aprimorar a autonomia e segurança dos deficientes visuais”, aponta o docente.

OUTROS EXEMPLOS – O forte investimento da Secretaria da Educação do Paraná na área da robótica tem angariado bons resultados  para os alunos da rede estadual, que ganham destaque ao se classificarem em competições nacionais, como as de luta de robôs construídos por estudantes. Caso da equipe de robótica do Colégio Estadual Pedro Boaretto Neto, de Cascavel, que participou, em julho do ano passado, da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, realizado em São Paulo.

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Um grupo de Maringá, no Noroeste, utilizou os conhecimentos da matéria de Pensamento Computacional para transportar a escola para dentro de um jogo de computador, em que a instituição se tornou um cenário distópico para uma luta contra zumbis, que supostamente, pretendiam atacar o ambiente escolar. 

REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA – Com a conexão de internet por fibra ótica na maior parte das escolas paranaenses, ampliou-se não apenas o ensino da Robótica e Programação, mas também o uso dos recursos digitais educacionais, como o Redação Paraná, que desenvolve a escrita nos  gêneros textuais e temas atuais; o Leia Paraná, de leitura digital com mais de 300 mil títulos lidos em 2024.

Outros recursos são o Matemática Paraná, com 30 milhões de atividades realizadas; o Inglês Paraná, com mais de 6 milhões de atividades concluídas; o Desafio Paraná e a Prova Paraná Digital, que neste ano chegou a  230 mil estudantes dos 8º e 9º anos com quase sete milhões de questões respondidas.

Fonte: Governo PR

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