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Detenta, guarda prisional e advogado são acusados de corrupção ativa e passiva no PR

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Uma detenta, guarda prisional e advogado foram denunciados de corrupção ativa e passiva em Goioerê (PR), em ação criminal promovida pelo Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria da Justiça da comarca.

De acordo com a denúncia, o agente público concedia favores ao marido da detenta, bem como, facilitação de visitas, instalação de um televisor na cela, guloseimas e demais regalias. Como recompensa, o guarda prisional havia recebido bebidas alcoólicas importadas e outros ‘agrados’.

O arranjo e as entregas dos produtos eram feitos pelo advogado, que atuava como defensor do casal – ele também é réu em outra ação penal, com os dois, e responde por associação para o tráfico.

A mulher estava presa na Penitenciária Feminina do Paraná por tráfico de drogas e associação ao tráfico. O marido cumpria a pena pelos mesmos crimes praticados pela companheira na Cadeia Pública.

Whisky

Os fatos citados na denúncia teriam sido praticados em 2020. A ação penal já foi recebida e vai tramitar junto à Vara Criminal de Goioerê.

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Conforme trecho da inicial, “Entre os dias 11 de julho de 2020 a 11 de agosto de 2020, em horários variados, nas dependências da cadeia pública de Goioerê, […], o denunciado […], na qualidade de guarda prisional temporário, com consciência e vontade, por diversas vezes, solicitou e recebeu, para si e no exercício da função, inúmeras vantagens indevidas e, em especial, dois litros de whisky, da marca Johnnie Walker, Black Label 12 anos, avaliados em, aproximadamente, R$ 395,76, de […] e […] com vistas a intermediar a entrega de itens alimentícios e facilitar visitas por […] ao preso […] em contrariedade às normativas vigentes à época, ou seja, mediante a prática de atos de ofício com infringência a deveres funcionais.”

Ministério Público do Paraná

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POLÍCIA

PCPR apreende 2,5 quilos de skunk após ação de cão farejador em Clevelândia

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) apreendeu nesta quarta-feira (2) cerca de 2,5 quilos da droga skunk em Clevelândia, no Sudoeste do Estado. A substância foi localizada pelo cão farejador Becky em um veículo que estava apreendido no pátio da delegacia.

A droga foi localizada enquanto o Agente de Polícia Judiciária (APJ) Juliano Riboli passava pelo local com Becky após participarem de uma operação na região de Palmas.

O APJ conta que soltou a cachorra por alguns instantes para que ela descansasse antes de prosseguir viagem até Palmas e percebeu que ela havia sumido.

Ao procurar no pátio, verificou que ela estava posicionada próxima e indicava um veículo que havia sido apreendido anteriormente pela Polícia Militar em uma ocorrência de tráfico de drogas. 

“Com a plena confiança que temos no treinamento dos nossos cães, decidimos desmontar os paralamas do veículo e encontramos a droga escondida em pacotes à vácuo”, explica Riboli.

Ao todo, haviam 2,5 quilos de skunk, que é uma variação da maconha. O prejuízo estimado para o tráfico de drogas é de R$ 62,5 mil.

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A droga foi encaminhada para os procedimentos de praxe e a PCPR seguirá com as investigações para identificar os responsáveis.

Becky foi recompensada pelo excelente trabalho que realizou nesta quarta-feira.

Fonte: PJC PR

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