NOVA AURORA

AGRONEGÓCIO

Rural planejamento: aumente sua produtividade e o seu lucro através do planejamento

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Embora seja um fator importante para o sucesso de uma propriedade rural, o planejamento rural ainda é deixado de lado por muitos produtores.

Muitos empreendimentos não tem clareza sobre a situação do negócio, o que muitas vezes afeta a gestão financeira, trazendo prejuízos e perdas irreparáveis.

Pensando nisso, a Rural Planejamento de Nova Aurora nos recebeu para que possamos sanar juntos as dúvidas sobre como funciona o planejamento rural. Dessa forma, você poderá se planejar e garantir resultados positivos para o seu negócio.

O planejamento rural pode ser definido como um processo que combina eficiência, eficácia e efetividade para alcançar uma situação futura por meio da concentração de esforços e recursos.

Assim como em qualquer empreendimento, o gestor de uma propriedade rural deve realizar o planejamento estratégico a partir de alguns pontos como, levantamento de dados, elaboração de diagnóstico da propriedade, interpretação dos indicadores econômicos, definição de objetivos e metas e elaboração dos planos de ação. Para realizar o planejamento rural é necessário seguir algumas etapas essenciais.

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Para o Técnico em Agropecuária Lindomar Tenfen, o planejamento rural está diretamente ligado à tomada de decisão assertiva do produtor. “Trata-se de estratégias que devem ser pensadas e estabelecidas para evitar transtornos e prejuízos para a propriedade”, enfatiza.

A importância do planejamento está relacionada ao processo de gestão de uma propriedade, que é composta por elementos vivos como, plantas, animais, e pessoas, e que possuem dinâmicas próprias de desenvolvimento. “Quando o produtor decide atuar por meio do planejamento estratégico no agronegócio, ele afina essas dinâmicas em prol de objetivos comum, resultando um objetivo maior do negócio, consequentemente em melhores resultados”, conclui o Engenheiro Agrônomo Marco Aurélio Dal Molin Tenfen.

O planejamento permite que o gestor tenha controle sobre situações que envolvem o dia a dia da propriedade. Podendo assim, tomar decisões que agregam positivamente o crescimento do empreendimento rural.

Um planejamento estratégico não só beneficia a vantagem competitiva da empresa como contribui significativamente para os resultados econômicos do negócio.

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AGRONEGÓCIO

MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

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Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

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Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

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