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Com sede em Londrina, 2º Comando Regional da Polícia Militar tem novo comandante

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O tenente-coronel Jeferson Luís de Souza, da Polícia Militar do Paraná, é o novo comandante do 2º Comando Regional da Polícia Militar (2ºCRPM). O grupamento, com sede em Londrina, é responsável por coordenar os trabalhos da corporação em todo o Norte do Paraná. Ele substitui o agora oficial da reserva coronel Cesar Kister, que estava à frente do 2ºCRPM desde dezembro de 2021.

O evento contou com a presença do comandante-geral da PMPR, coronel Hudson Leôncio Teixeira, que enalteceu a troca do comando entre dois oficiais que são referência para a corporação. “Uma transição tranquila e que mostra que o Estado está sempre atento ao que acontece na região Norte do Paraná. Temos 300 policiais em formação que vão incorporar a segurança pública a região”, disse.

“É uma honra dar sequência ao trabalho do coronel Kister em Londrina e ter a confiança do Comando-Geral para assumir esse novo desafio. Londrina é uma cidade importante para a atuação da PMPR e para o Estado como um todo. Espero seguir com o projeto de colocar a cidade como destaque na segurança pública”, destacou Souza.

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A solenidade de troca de comando teve a presença dos oficiais e praças atuantes no 2ºCRPM, além de familiares e autoridades da sociedade civil e militar.

JEFERSON LUÍS DE SOUZA – Nascido em maio de 1972, na cidade de Paranavaí (Noroeste), Jeferson Luís de Souza ingressou na corporação em 1991. Após a conclusão do Curso de Formação de Oficiais na Academia Policial do Guatupê foi declarado aspirante a oficial, em 1993. Antes de assumir o 2ºCRPM, o tenente-coronel estava no comando do 4º Batalhão da Polícia Militar, em Maringá.

Fonte: Governo do Paraná

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PARANÁ

PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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