5 de Abril de 2025
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    Governo libera R$ 203 milhões para a construção de dez Ambulatórios de Especialidades

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    O anúncio foi realizado nesta quinta-feira (17) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior durante o evento Governo 5.0. Os ambulatórios prestam atendimento multiprofissional e regionalizado em parceria com os municípios.

    O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), formalizou um investimento de mais de R$ 203 milhões para a construção de dez Ambulatórios Médicos de Especialidades (AME). O anúncio foi realizado nesta quinta-feira (17) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior durante o evento Governo 5.0 – Desenvolve Paraná – Sustentabilidade a serviço da população, em Foz do Iguaçu.

    Os ambulatórios prestam atendimento multiprofissional e regionalizado em parceria com os municípios para a realização de consultas e exames especializados de média complexidade. Os dez projetos iniciais contemplam as cidades de Campo Mourão, Cianorte, Cornélio Procópio, Irati, Ivaiporã, Jacarezinho, Paranaguá, Paranavaí, São José dos Pinhais e União da Vitória.

    “É parte de um programa amplo de investimentos em regionalização da saúde. Em breve teremos essas novas unidades auxiliando municípios importantes do Paraná”, afirmou o governador.

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    “Este pacote está voltado para o avanço no atendimento da média complexidade de especialidades médicas aos pacientes do Sistema Único de Saúde – SUS. Os projetos iniciais do AME começaram há quatro anos e agora sairão do papel. É um salto de qualidade no atendimento regionalizado, voltado para a melhoria na prestação de serviço para a população”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

    “Estes ambulatórios abrangerão aproximadamente 150 municípios e são fundamentais para descentralizar o atendimento e levar o serviço de saúde para mais próximo da casa das pessoas”, complementou o prefeito de Jesuítas e presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Júnior Weiller.

    MODALIDADES – São dois tipos de AMEs: Tipo I e Tipo II. Na primeira modalidade são 37 consultórios e dez salas de exames em um espaço de aproximadamente quatro mil metros quadrados. Os municípios de Campo Mourão, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Paranavaí e São José dos Pinhais integram este pacote e, juntos, podem chegar a realizar 20 mil consultas por mês. O investimento nestas obras é de mais de R$ 125 milhões.

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    Já as obras dos AMEs Tipo II contemplam cerca de 2,5 mil metros quadrados com 22 consultórios e sete salas de exames cada. Nesta modalidade estão inseridos os municípios de Cianorte, Irati, Ivaiporã e União da Vitória, num investimento de mais de R$ 71 milhões.

    Além destes, em Paranaguá, anexo ao Hospital Regional do Litoral, na antiga Santa Casa do município, será construído o AME Litoral gerenciado pela Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas), para dar suporte e reforçar o atendimento especializado nos sete municípios do litoral paranaense, num investimento de mais de R$ 7 milhões. Somados, os Ambulatórios Tipo II terão capacidade para realização de cerca de 12 mil consultas por mês.

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    Propostas em tramitação na Assembleia visam melhorar o ambiente escolar para estudantes com autismo

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    Duas propostas que tramitam na Assembleia Legislativa do Paraná buscam visa promover um ambiente acolhedor e inclusivo para alunos com autismo. As proposições apresentadas na Casa pela deputada Flávia Francischini (União) e pelo deputado Jairo Tamura (PL) têm como objetivo substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas paranaenses.

    Apresentado pela deputada Flávia, o projeto de lei 87/2023 prevê que as medidas atinjam, além das escolas públicas, também os estabelecimentos particulares. “É uma medida que visa resguardar o bem-estar de crianças com autismo no ambiente escolar evitando incômodos sensoriais e reduzindo o risco de pânico. O sinal sonoro produz um alto ruído, muito similar ao som de uma sirene, o que pode gerar grande perturbação aos alunos que possuem hipersensibilidade auditiva. Essa condição é comum nos portadores de autismo, motivo pelo qual não é raro vermos crianças tapando os ouvidos quando expostas a barulhos intensos”, comentou a deputada.

    Ela explica que o sinal musical também cumpre a função de alarme para indicar as horas de entrada, saída e os intervalos das aulas, mas, que em vez de usarem a sirene, eles podem usar músicas instrumentais, canções infantis e demais ritmos, a depender da escolha das equipes gestoras e da comunidade escolar. O texto também estipula multa no valor de 200 (duzentas) a 500 (quinhentas) Unidades Padrão Fiscal do Estado de Paraná – UPF/PR, a ser graduada de acordo com a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a conduta e o resultado produzido.

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    Já o projeto de lei 176/2025, apresentado pelo deputado Jairo Tamura, prevê substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para as escolas da rede pública estadual. “A medida pode melhorar o desempenho escolar e o bem-estar dos alunos, permitindo que se concentrem nas atividades pedagógicas e interajam socialmente de forma mais eficaz”, afirmou o deputado.

    Números

    O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, indica que cerca de 1 em cada 44 crianças com até 8 anos é diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Abrangendo cerca de 1% a 2% da população mundial. No Brasil, há aproximadamente dois milhões de pessoas com autismo.

    Dados do Censo da Educação Básica indicam que houve um crescimento no número de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados em salas de aula regulares no Brasil. No Paraná, segundo estes dados, esse aumento foi de 53,3% nas matrículas, o que elevou o total de alunos com autismo de 18.895 para 28.927. Além disso, alunos com autismo frequentemente apresentam hipersensibilidade sensorial, o que significa que são mais sensíveis a estímulos como sons, luzes e texturas. “Sons altos e repentinos, como os sinais sonoros tradicionais, podem causar desconforto, estresse e ansiedade, prejudicando o desempenho escolar e bem-estar destes alunos”, comentou o deputado Tamura.

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    De acordo com a justificativa da proposta, a maioria das pessoas é capaz de suportar barulhos de até 120 decibéis. Já o limite de quem é hipersensível aos ruídos é de 90 decibéis. Através do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III), o percentual foi de 53% e de 90% com alteração de sensibilidade para a modalidade auditiva, utilizando o Structured Interview for Assessing Perceptual Anomalies – ChildVersion (SIAPA-CV).

    Os sinais sonoros das instituições de ensino públicas e privadas, também conhecidos como sirene ou cigarra eletrônica, podem gerar incômodos sensoriais às pessoas com TEA, devido a sua alta potência e intensidade, que podem ultrapassar facilmente os 110 decibéis. “A substituição de sinais sonoros por sinais musicais adequados e a disponibilização de tampões auriculares podem reduzir o desconforto e o estresse de alunos com TEA, criando um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo”, explicou Tamura. De acordo com o projeto, os tampões deverão ser disponibilizados pela Secretária Estadual de Educação.

    Fonte: ALPR PR

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