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Agroindústria de ovos e derivados de São Paulo poderá comercializar produtos em todo o país

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Por meio de avaliação, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento concedeu a empresas de ovos e derivados do estado de São Paulo a adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) para se juntarem às categorias de carnes e pescado. 

Com a mudança, as empresas produtoras de carne, pescado e ovos e todos os seus derivados, que forem inspecionadas e aprovadas pelo órgão estadual poderão abrir mercado. A partir da aprovação as empresas poderão adotar em suas embalagens o selo Sisbi, diferencial que permite vender o produto em todo o território nacional. 

Segundo a auditora da Divisão de Defesa Agropecuária (DDA) da Superintendência Federal de Agricultura do Estado de São Paulo, Amélia Cristina Cruz da Silva Teixeira, “a ampliação de escopo para a categoria ovos indica que novas empresas podem ser beneficiadas. Mas elas devem atender às exigências técnicas solicitadas”.

Essa ampliação do escopo faz um bem enorme para o estado. A cadeia do ovo é muito ativa e essa conquista vai estimular bastante o setor”, avaliou Bruno Bérgamo, diretor do Centro de Inspeção em Produtos de Origem Animal (Cipoa) da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) de São Paulo. 

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Fonte: AgroPlus

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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